sábado, 9 de julho de 2011

HERESIOLOGIA

HERESIOLOGIA

É a matéria que estuda as heresias e na atualidade as seitas. Este nome deriva-se de uma palavra grega háiresis, que primeiramente queria dizer o ato de tomar (uma cidade, por exemplo); depois teve o sentido de escolha ou eleição, de inclinação ou preferência e a significação da própria coisa escolhida, e por fim veio significar um princípio filosófico ou sistema; as pessoas que seguem esses princípios participam de uma seita ou escolha de pensamento. Nos Atos dos Apóstolos a palavra grega equivalente à heresia é traduzida por “Seita” com aplicação aos Saduceus (At 5:17), aos fariseus (At 15:5; 26:5), aos nazarenos (At 24:5), e aos cristãos (At 28:22). O seu uso, em afronta à Igreja Cristã, vê-se também em (At 24:14). Os apóstolos Pedro e Paulo, escrevendo a respeito das heresias, qualificam-nas de divisões, ou de doutrinas que dividem a Igreja (1Co 11:19; Gl 5:20; 2Pe 2:1). Os escritores eclesiásticos empregam a palavra heresia para designar aquelas opiniões que se apartam da verdadeira fé. Já nos primórdios, Segundo Filastrius, bispo de Bérsia, eram 28 as heresias que existiam entre os judeus antes de Jesus Cristo, elevando-se o número delas a 128 depois desse tempo.

Sutileza – Em detrimento da fé cristã, as heresias ganham campo no meio evangélico de forma alarmante, através de renomados pregadores, cantores e pessoas do próprio meio, que patenteia a inversão dos valores de forma nunca vista em toda história da Igreja – é extremamente lamentável, mas, o terreno mais fértil e mais receptivo às heresias na atualidade tem sido o meio evangélico.
Herança Importada
O Brasil, embora, seja uma nação independente, ainda sofre com as influências Européias sobre a idolatria; da África, as influências dos cultos afros; das nações do Oriente e Oceania, a influência das seitas orientais.
Heresia significa também: escolha, seleção, preferência. No sentido bíblico, abarca a idéia de facção, seita, isto é, o individuo ou grupo religioso afastar-se da doutrina bíblica e adotar e divulgar crenças, ensinos e práticas estranhas, em matéria de religião. O termo aparece no original, em passagens como (At 5:17; 15:5; 26:5 Tt 3:10,11). Em resumo, heresia é todo desvio da verdade divina como revelada na bíblia, quando corretamente interpretada. Como facção à heresia é uma das obras da carne. (Gl 5:20)
Como identificar uma seita falsa?
Identificamos uma seita pelo que ela crê, sustenta e divulga principalmente assuntos de doutrinas bíblicas. Exemplos:
1) A Bíblia Sagrada; 2) A pessoa de Deus; 3) O pecado e a queda do homem; 4) A pessoa e a obra de Cristo; 5) A salvação; 6) O porvir.

A que se deve o surgimento das Heresias?1) A ação diabólica no mundo (2Co 4:4); 2) A ação diabólica contra a Igreja (Mt 13:25);
3) A ação diabólica contra a palavra de Deus (Mt 13:19);
4) O descuido da Igreja em pregar e ensinar o Evangelho completo (Mt 13:25);
5) A falsa hermenêutica (2Pe 3:16); 6)A falta de conhecimento da verdade bíblica (1Tm 2:4); 7) A falta de maturidade espiritual (Ef 4:14).
Dado a importância deste estudo, e a atual necessidade, pois vivemos os últimos momentos na terra e está preste a volta de Jesus, e a apostasia seria um dos sinais da sua vinda, por isto vamos aqui falar das principais seitas heréticas.
Já sabemos o que é seita, agora vamos destacar algumas das mais persistentes, e que nos rodeiam diariamente.
1 - Catolicismo;

2 - Moonismo;
3 - Espiritismo

4 - Islamismo;
5 - Mormonismo;

6 - Cristã do Brasil;
7 - Adventismo;

8 - Hare Krishna;
9 - Testemunha de Jeová;
10 - Igreja Messiânica Mundial;
11 - Nova Era;
12 - Seicho-No-Ie;
13 - Ciência Cristã;
14 - Hinduismo;
15 - Evolucionismo;

16 - Budismo;
17 - Só Jesus (Unicidade);

18 - Maçonaria.

1- A Igreja Católica RomanaA Igreja Católica menciona o ano 33 d.C, como a data da sua fundação. Isto vem do fato de que toda ramificação do cristianismo costuma ligar a origem da Igreja fundada por Jesus Cristo. Porém, quanto à origem de sua organização eclesiástica e doutrinária que a torna diferente da Igreja Cristã primitiva, não é possível fixar, com exatidão, a data deste pormenor, isto é, do começo, porque seu afastamento das doutrinas bíblicas deu-se aos poucos, e não de uma vez.1.1 - Inicio da degeneração.
Durante os primeiros três séculos da era Cristã, a perseguição à Igreja verdadeira ajudou a manter a sua pureza e unidade, preservando-a de lideres maus e ambiciosos. Nessa época, ser cristão significava um grande desafio, e aqueles que fielmente seguiam a Cristo sabiam que tinham as suas cabeças a prêmio, pois eram rejeitados e perseguidos pelos poderosos. Só os realmente convictos da sua salvação se dispunham a pagar esse preço.
Quando Constantino ascendeu ao posto de Imperador Romano (313 d.C), isso parecia o triunfo final do cristianismo, mas, na realidade isso produziu resultados desastrosos dentro da Igreja, pois juntou o Estado e a Igreja. Constantino se intitulou o benfeitor do cristianismo, e convocou concílios (Milão, Nicéia), e tomou decisões em nome da Igreja e do cristianismo.


1.2 - Causas da sua decadência.
A decadência moral, espiritual da Igreja, começou quando milhares de pessoas foram batizados e recebidos como membros da mesma, sem terem experimentado a real conversão bíblica. Verdadeiros pagãos que eram, introduziram no seio da Igreja trazendo deuses, que segundo eles eram o mesmo Deus que os cristãos adoravam.
Nesse tempo, homens ambiciosos e sem temor de Deus, começaram a buscar cargos na Igreja como meio de obter influência social e política, ou para gozar dos privilégios e do sustento que o estado imperial conferia ao clero. Desta maneira, o formalismo religioso e as crenças e práticas pagãs iam - se infiltrando cada vez mais nas Igrejas até ao nível de sua paganização atual.
1.3 - Raízes do papado e da mariolatria.
Desde o ano 133 a.C até o ano 376 d.C, os imperadores romanos ocuparam o posto e o titulo de Sumo Pontífice da Ordem Babilônica. Depois que o Imperador Graciano se negou a liderar essa religião não Cristã, Dâmaso, o bispo da igreja em Roma foi nomeado para esse cargo no ano 378 d.C. uniram–se assim numa só pessoa todas as funções de um sumo sacerdote apóstata com os poderes de um bispo cristão.
Imediatamente, depois deste acontecimento, começou na Igreja de Roma a adoração a Maria como “Rainha do Céu” e “Mãe de Deus”. Isso foi no inicio de todos os absurdos da igreja católica quanto à pessoa humilde de Maria.
Enquanto se desenvolvia a adoração a Maria, os cultos da igreja perdiam cada vez mais os elementos espirituais e abandonava-se a dependência da graça de Deus. Formas pagãs, com ênfase sobre o mistério e a magia, influenciaram a igreja. O sacerdote, o altar, a missa e as imagens de escultura assumiram papel de preponderância no culto. A autoridade era centralizada numa Igreja dita infalível, e não na vontade de Deus conforme expressada pela Sua palavra.
1.4 - O cisma entre o ocidente e o oriente!
A divisão entre estas duas correntes da igreja logo se tornou notório. O rompimento se deu em 1054, com a igreja ocidental (romana), sediada em Roma, e a oriental ou Ortodoxa, sediada em Constantinopla, (hoje Istambul). A Igreja oriental manteve a primazia sobre os patriarcas de Jerusalém, Antioquia, e Alexandria.
A Igreja, nitidamente afastada dos princípios cardeais do evangelho do Senhor Jesus Cristo, esteve como um barco a deriva, até que veio a reforma protestante, advinda de Deus, liderada pelo então monge alemão Martinho Lutero. Foi mais um cisma na combalida igreja romana, que então vivendo à margem do Evangelho, passou logo a perseguir esse monge alemão que denunciando a paganização da igreja, fez de (Rm1:17) a sua bandeira: “... o justo viverá por fé.”

1.5- A paganização no decorrer do tempo.
Período dos Dogmas e ou cerimônia.
1)400 d.C Oração pelos mortos, e sinal da cruz; 2)431 Maria proclamada mãe de Deus; 3)593 A doutrina do purgatório; 4)600 A Missa passa a ser em Latim; 5)608 O culto à virgem Maria; 6)758 Confissão auricular; 7)819 Assunção de Maria; 8) 880 Canonização dos santos; 9)998 Estabelecido dia de finados, e quaresma; 10)1054 Separação igreja católica romana, ortodoxa; 11)1074 Proíbe o casamento dos sacerdotes, e obriga a separação dos já casados; 12)1095 Indulgências Plenárias; 13)1100 Pagamento de missas; 14)1160 Estabelecidos os sete sacramentos; 15)1186 Santa Inquisição; 16) 1190 Venda de Indulgências; 17)1215 A transubstanciação; 18)1220 A adoração da hóstia; 19)1226 A elevação da hóstia; 20)1229 Proíbe
a leitura da bíblia; 21)1414 Definição da ceia com um elemento; 22)1573 Estabelecida a canonicidade dos apócrifos; 23)1870 Declarada a Infalibilidade do papa.

1.6 - É Pedro o fundamento da Igreja?
A igreja católica romana considera o apóstolo Pedro, a pedra fundamental sobre a qual Cristo edificou a Sua Igreja; e para fundamentar esse ensino, apela, primeiramente, para Mateus 16:16-19.
16- E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.
17- E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem te revelou, mas meu Pai, que está nos céus.
18-Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
19-E eu te darei as chaves do Reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.
Desta passagem a Igreja Católica tira a seguinte conclusão:1- Pedro é a rocha sobre a qual a Igreja está edificada;
2- A Pedro foi dado o poder das chaves, só ele pode abrir a porta do reino dos céus;
3- Pedro tornou-se o primeiro bispo de Roma;
4- Toda autoridade eclesiástica foi conferida a Pedro, até nossos dias, através da linhagem de bispos e de papas, todos vigários de Cristo na terra.
Numa simples comparação entre a teologia católica e a bíblia, a respeito do apóstolo Pedro e sua atuação no seio da Igreja nascente, descobre-se quão absurda é a interpretação da igreja católica a respeito da pessoa desse apóstolo do Senhor.

Mesmo numa superficial analise do assunto, conclui-se que:1- Pedro jamais assumiu no seio do cristianismo nascente, a posição e funções que a teologia católica procura atribuir-lhe.
O substantivo feminino petra designa no grego uma rocha grande e firme, enquanto que o substantivo masculino petros é aplicado geralmente a fragmento de rocha, e a pedras pequenas, como pedras de arremesso. Pedro é petros, e uma igreja em que as portas do inferno não prevaleceriam sobre ela, não pode estar em cima disso.
2- De acordo com a bíblia, Cristo é a pedra. Veja (Dn 2:34; Ef 2:20; 1Pe 2:4).

1.7 - Seria Pedro o primeiro papa?
Refutamos essa interpretação visto não ter nenhum indicio bíblico para tal, a não ser pura ignorância, e falta de conhecimento bíblico. Vejamos alguns textos bíblicos que nos asseguram que Pedro não poderia ser papa.
1- Os papas são celibatários, ou seja, não se casam. (Mt 8:14,15)
2- Os papas vivem nadando em meio a fortunas. (At 3:6)
3- Os papas vivem em meio à idolatria a si próprio. (At 10:25)
4- Os papas são infalíveis. (Gl 2:11-14)
5- O papa é a primeira e única autoridade da igreja católica.(Gl 2:9)

1.8 - O Purgatório
A idéia do purgatório tem raízes no budismo, e em outras antigas e falsas religiões orientais. Aqui é criado um lugar após a morte para os que cometem pecadinhos, um lugar intermediário entre céu e inferno. E nessa fábula muitos têm deixado de procurar o verdadeiro e genuíno evangelho. Eles se baseiam em textos bíblicos para pregar essa teoria absurda. Ver (Mt 12:32,36; 1Co 3:15)
Sufrágios a favor dos que se acham no purgatório.

Entre os sufrágios para os que se encontram nesse lugar, há três que se destacam no ensino católico. Veja:
a) Orações pelos mortos:
É triste supor que a prática de interceder pelos mortos tem se gerado da falsa interpretação de (1Tm 2:1-3).
1)Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens,
2)Pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade.
3)Porque isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador,
b)Missas: As missas são tidas como principais recursos empregados em benefícios das almas que estão no purgatório, pois, segundo o ensino desses, a missa beneficia não só à alma que sofre no purgatório, como também acumula méritos àqueles que as mandam dizer.
c)Esmolas: Dar esmolas com a intenção de aplica-las nas necessidades da alma que pena no purgatório, “é jogar água nas chamas que a devoram”. Pretende a igreja romana que, “exatamente como a água apaga o fogo mais violento, assim a esmola lava o pecado”

1.9 - A adoração à Maria
A essência da adoração da igreja católica romana gira em torno da pessoa da Virgem Maria. No decorrer dos séculos tem sido originadas as mais diferentes e absurda crendice em torno dessa humilde mãe do Salvador. No compendio do Vaticano II, pág. 103, está escrito que “... os fieis devem venerar também a memória primeiramente da gloriosa e sempre “virgem Maria, a mãe de Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo.”
Dentre as citações que envolvem a mariolatria vamos aqui registrar algumas:
Eles dizem: -------------------------------- nós refutamos pela bíblia.
1- Concebida sem pecado. ----------------- Rm 3:23
2- Maria sempre virgem. ------------------ Mc 6:3; Jo 2:12
3- Maria intercessora junto a Deus--------- 1Tm 2:5; 1Jo 2:1

1.10 - A MissaEles tentam confundir seus seguidores dizendo:1- Missa e ceia do Senhor são a mesma coisa.
2- A missa renova o sacrifício do calvário.
3- O pão e o vinho usados na missa são a carne e sangue real de Cristo no momento da celebração.
4- Quem não diferençar o pão que é servido na missa com o que é vendido na padaria, “... come e bebe para sua própria condenação”.
1.11 – A transubstanciação
Não há um só versículo em apoio à tese do concilio de Trento de que o pão e o vinho usado na missa, ao serem consagrados, tornam ou transubstanciam em Jesus, física, e espiritualmente, assim como Ele está no céu.
a) Refutamos esse ensino, pois mesmo após a ressurreição de Jesus, quando Ele adquiriu condição espiritual não esteve em vários lugares ao mesmo tempo. Quando estava em Emaús, a bíblia sabiamente não registrou se Ele estava em outros lugares simultaneamente. Como podemos aceitar um ensino errôneo desta maneira, não estamos falando de magia, e sim de poder de Deus.
Então se Ele está no céu, não pode está fisicamente nas hóstias pelo mundo a fora.
b) Outra prova de que está tudo errado é que na missa os comungantes só participam da hóstia, e o padre toma o vinho por todos.
c) Quando Jesus disse: “eis que estarei convosco todos os dias...”, não mencionou que era através das hóstias, e nem que era fisicamente.

1.12 - Livros apócrifos
Como já estudamos anterior e separadamente, esses 7 livros foram acrescidos as Escrituras Sagradas, e são usados nesta seita, porém sem nenhum valor canônico. Foram poetas, filósofos, com a inspiração apenas humana que os escreveram, num período de 430 anos em que Deus não falou com o homem (entre Malaquias e Mateus). São eles Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, 1Macabeus, 2Macabeus.
Obs: Poderíamos aqui citar outros inúmeros ensinamentos errôneos desta seita em relação a verdadeira Igreja de Jesus aqui na terra, porém vamos ficar por aqui.

2 - Espiritismo
Essa talvez seja a mais antiga ilusão religiosa já surgida. Porém, o seu ressurgimento ocorreu no ano de 1848, na forma em que é conhecida até hoje. As adolescentes Margaret e Kate Fox, de Hydesville, Nova York. Começaram a ouvir batidas em diferentes pontos da casa em que moravam. A principio julgaram que esses ruídos fossem ratos. Porém, quando os lençóis das camas começaram a ser arrancados por mãos invisíveis, cadeiras e mesas tiradas dos lugares, e uma mão fria tocou no rosto de uma das meninas, percebeu-se que o que estava acontecendo era sobrenatural. A partir daí as meninas criaram um meio de bater na parede e eram correspondidas pelo numero de batidas que faziam.
Partindo desse acontecimento, que recebeu ampla cobertura da mídia, propagaram-se as sessões espíritas através dos Estados Unidos, Inglaterra, porém a consulta aos mortos já muito popular nas camadas sociais mais elevadas. Nascia assim a brecha que o inimigo precisava para difundir ainda mais, ou renascer essa cultura tão desastrosa no mundo inteiro, passou a haver intercambio de lideres.

2.1-Allan Kardec
Na França, a figura desse líder espiritual é a principal dos arraiais espíritas, Hippolyte Leon Denizard Rivail (seu nome verdadeiro), nascido em Lyon, em 1804, filho de um advogado, tomou esse pseudônimo por acreditar ser ele a reencarnação de um poeta celta que assim chamava. Dizia ter a missão de pregar uma nova religião, o que começou a fazer em 33 de abril 1856. Publicou quatro trabalhos: livro dos médiuns, o evangelho segundo espiritismo, céu e inferno, e gênesis. Morreu em 1869.
2.1.1 – A subdivisão do espiritismoO espiritismo latino, já separado do anglo saxão pela doutrina da reencarnação, se subdividiu mais em duas correntes: a Kardecista ou dourinária, e a experimental.
As práticas espíritas nos tempos bíblicos eram chamadas de neocromancia ou magia. Seus praticantes eram chamados de: magos, pitonisas, advinhos, bruxas, feiticeiros, etc. os centros, tendas ou terreiros eram chamados oráculos, cavernas, ou antros. Hoje dependendo do ramo a que pertencem, os nomes diferem.
O Brasil hoje é considerado o líder mundial do espiritismo, tem os estados do Rio de Janeiro e a Bahia como os dois principais focos espiritistas da nação. Uma estatística publicada recentemente por uma das nossas revistas, afirma que mais de 70% dos católicos brasileiros são freqüentadores de centros espíritas.

2.2 – Princípios do espiritismo.
Embora consideremos o espiritismo igualmente iníquo em toda a sua maneira de ser, os próprios espíritas preferem admitir haver diferentes formas de espiritismo. Assim sendo, para efeito de estudo, vamos dividir o espiritismo da seguinte maneira:

2.2.1 – Espiritismo comumDentre as muitas práticas desta classe do espiritismo, destacamos:
a) Quiromancia
- Adivinhação pelo exame das linhas da palma da mão. O mesmo que Quiroscopia.
b) Cartomancia – Adivinhação pela decifração de combinações de cartas de jogar.
c) Grafologia - Estudo dos elementos normais e principalmente patológicos de uma personalidade, feitos através da analise da sua escrita.
d) Hidromancia – Arte de adivinhar por meio da água.
e) Astrologia - Estudo e/ou conhecimento da influencia dos astros, especialmente dos signos, no destino e no comportamento dos homens, também conhecido como “Uranos copia”.
2.2.2 - Baixo espiritismo
Também conhecido como espiritismo pagão, inculto e sem disfarce, identifica-se pelas seguintes práticas:
a) Vodu - Culto de negros antilhanos, de origem animista, e que lança mão de certos elementos do ritual católico. Praticado principalmente no Haiti.
b) Candomblé - Religião dos negros iorubas, praticados principalmente na Bahia.
c) Umbanda - Designação dos cultos afro-brasileiros, que se confundem com os da macumba e dos candomblés da Bahia, xangô de Pernambuco, pajelança do Amazonas, do catimbó e outros cultos espíritas sincréticos.
d) Quimbanda – Ritual de macumba que se confunde com o da umbanda, tendo ambas, diferentes objetivos maléficos.
e) Macumba - Sincretismo religioso afro-brasileiro, derivado do candomblé, com elementos de várias religiões pagãs africanas, de religiões indígenas brasileiras e do catolicismo.

2.2.3 – Espiritismo Cientifico
Também conhecido como “alto espiritismo”, “espiritismo ortodoxo”, “espiritismo profissional”, ou ainda “espiritualismo”. Ele se manifesta, inclusive, como “sociedades”, como por exemplo, a LBV (legião da boa vontade), fundada por Alziro Zarur.
Essa classe de espiritismo tem sido conhecida também como:
1) Ecletismo - Método filosófico dos que não segue sistema algum, escolhendo de cada sistema a parte que lhes parece mais próxima da verdade.
2) Esoterismo – Doutrina ou atitude de espírito que preconiza que o ensinamento da verdade deve reservar-se a um numero restrito de iniciados, escolhidos por sua inteligência ou valor moral.
3) Teosofismo – Conjunto de doutrinas religioso-filosóficas que tem por objetivo a união do homem com a divindade, mediante a elevação progressiva do espírito até a iluminação. Iniciado por Helena Petrovna Blavasky, mística norte - americana (1837-1891), adepta do budismo e do lamaismo. A nova era é um ressurgimento do espiritismo em grandes proporções.

2.2.4 - Espiritismo kardecistaO espiritismo kardecista é a classe de espiritismo comumente praticada no Brasil, e tem como principais teses, entre muitas outras, as seguintes:
1) Possibilidades de comunicação com os espíritos dos mortos;
2) Crença na reencarnação de pessoas;
3) Crença de que ninguém pode impedir o homem de sofrer as conseqüências dos seus atos;
4) Crença na pluralidade dos mundos habitados;
5) A Caridade como virtude única, aplicada tanto aos vivos como aos mortos;
6) Deus, embora exista, é um ser impessoal habitando um mundo longínquo;
7) Mais perto dos homens estão os espíritos “guias”;
8) Jesus foi um médium, e reformador judeu; nada mais que isso.

2.2.5 – A Teoria da Reencarnação
Esta teoria é o cerne de toda a doutrina espiritista, invalidando esta, o espiritismo não poderá sobreviver.
A bíblia não faz qualquer referencia à palavra reencarnação, tão pouco confunde-a com a ressurreição:
Reencarnação é a pluralidade de existência com um só espírito.
Ressurreição, no grego, é anástasis e égersis, ou seja: levantar, erguer, surgir, sair de um local ou de uma situação para outra.
No latim, ressurreição é o ato de ressurgir, voltar à vida, reanimar, biblicamente, entende-se por ressurgir dos mortos.
A Bíblia cita sete casos de ressuscitação, pois voltaram a morrer, e uma ressurreição que é Jesus a primícia dos que dormem (1Co 15:20).
Uma das maiores aberrações que os kardecistas usam para confundir muitos crentes é usando textos isolados da bíblia para enganar os incautos. Os que também não querem perder seu tempo estudando a bíblia vejam os exemplos:

Mateus 17:10-13 diz assim:
17:10 – “E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem, então, os escribas que é mister que Elias venha primeiro”?
17:11 – “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro e restaurará todas as coisas”.
17:12 – “Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do Homem”.
17:13 – “Então, entenderam os discípulos que lhes falara de João Batista”.
Mateus 11:14
11:14 – “E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir”.
Mas para desmascarar, refutar esse ensinamento herético, é o próprio João que diz não ser Elias. (Jo 1:21)
Obs: Vemos um outro grande engano na interpretação da passagem 1Sm 28:7, quando muitos interpretam a aparição do espírito do profeta Samuel numa sessão espírita. Invocada por uma feiticeira de En-Dor, a pedido pelo rei Saul,
Precisamos separar as coisas que são das que não são, pra isso temos que conhecer a Deus, e continuar o conhecendo, e a sua palavra.

2.2.6 - A invocação dos mortos
A reencarnação, e depois a invocação dos mortos são as duas estacas principais de sustentação de toda fraude espiritista. Se ruírem as duas acabaria essa farsa. Veja O que diz a bíblia! Veja Dt 18:9-14
O estado dos mortos.
O testemunho geral das escrituras é que os mortos, devido ao estado em que se encontram, não têm parte em nada do que se faz e acontece na terra. Veja por exemplo o que disseram grandes nomes do antigo testamento, sobre o assunto.
1- Salomão – Ec 9:5,6; 3 - Jó - 7:9,10;
2- Davi - Sl 88:10-12; 4 – Is - Is 38:18,19.
Sabemos qual é o destino dos que morrem por isso em Hb 9:27.
Vemos no passar dos anos o engodo da invocação dos mortos através das seitas, e pessoas sendo enganadas, por não conhecer as Escrituras. Então vamos inverter a pergunta!
Podem então os mortos se comunicarem com os vivos?

Vejamos o caso do texto de Lucas 16:19-31:
Olha o contraste, Lázaro morre e é levado ao Paraíso de Deus. Enquanto que também morre o rico e é sepultado.
A conclusão que chegamos é que ninguém ultrapassa o abismo que existe entre lá, e cá. Concluímos que:
1- A vida após a morte será uma consequência da vida aqui vivida, muitos gastam tudo por aqui mesmo.
2 - O lugar onde serão lançados os perdidos será um lugar de suplício eterno.
3 - Se o homem vivendo aqui, impiamente, e após a morte, abre se uma porta de escape, para um julgamento intermediário, como admite esta seita, faz desnecessário Jesus ter morrido por nós.
4 - Se um morto pudesse ajudar um vivo, após sua morte não precisava pedir a Abraão. Ele mesmo vinha fazer a obra.
5 - Tudo que o homem precisa saber da salvação está escrito na bíblia.
Obs: Cremos que Deus fez assim para evitar também que somente o pobre, sem dinheiro para comprar missa, velas, e outros. Fossem os únicos moradores do inferno.

3 - MormonismoTambém conhecida como igreja de Jesus Cristo dos santos dos últimos dias, é a mais bem sucedida seita de crenças mescladas do mundo. Com mais de 11 milhões de membros em todo o mundo. São cerca de 300 000 convertidos por ano. É a que mais cresce com um ativo de 25 a 30 bilhões de dólares, é a mais rica.
São conhecidos pelo seu zelo missionário, desde pequenos as crianças são ensinadas a doarem dois anos de missões, logo após se formarem no ensino médio. São mais de 50 000 missionários servindo em duzentos países.
A base desta seita está ligada a história de seu fundador Joseph Smith nascido em 23 de dezembro 1805, em Sharon, condado de windsor, estado de Vermont, Estados Unidos. Fora criado pelos seus pais na ignorância, pobreza, e superstição. Ainda moço, se decepcionou com as igrejas que conhecera. Foi nesse tempo que teve a sua primeira “visão” quando, segundo ele, o Deus Pai e o Deus Filho lhe apareceram denunciando a falsidade de todas as igrejas, com as seguintes palavras: “eles se chegam a mim com os seus lábios, mas seus corações estão longe de mim; eles ensinam mandamentos dos homens como doutrina, tendo aparência de santidade, mas negando o meu poder”.
A segunda “visão” conforme relato e escrito do próprio Joseph, apareceu lhe o anjo Moroni, que vivera naquela mesma região há 1400 anos. Ainda, conforme o próprio Joseph. Mórmon, um tal profeta e pai de Moroni (que evoluiu tornando se anjo), havia gravado a história do seu povo em placas de ouro. Quando estavam a ponto de serem exterminados por seus inimigos, o anjo moroni enterrou essas placas ao pé de um monte próximo a Palmyra. Nessa visão, Moroni indicou a Joseph o lugar onde as placas haviam sido escondidas, e lhe emprestou umas pedrinhas especiais, tipo lentes, chamadas “Urim” e “Tumim”, com as quais Joseph Smith poderia decifrar e traduzir os dizeres dessas placas.
De posse das placas de ouro e das lentes, Joseph, sentado atrás de uma cortina, ditou a um amigo a tradução. Depois devolveu as placas e as lentes ao anjo Moroni. Uma vez traduzida, a obra foi publicada pela primeira vez em 1829, recebendo o titulo de “O livro dos Mórmons”. Foi assim com esse tipo de estória que começou o mormonismo em 1830.

3.1- O Livro dos MórmonsJá sabemos como apareceu este livro, segundo o relato de seu autor, cabe-nos agora perguntar: esse livro é a palavra de Deus? Tem esse o valor que lhe atribuem? Então vamos tentar achar as respostas.
O que é o livro dos mórmons?
A primeira edição em português apareceu em 1938, e até o ano de 1975 já haviam sido impressas seis edições. Esse livro é composto de 15 livros, divididos em capítulos e versículos, tal como a bíblia sagrada. Veja:
Nome do livro capítulos e versículos1 livro de Nefi 22 618
2 // Nefi 33 779
Livro de Jacó 7 203
Livro de Enos 1 27
Livro de Jaron 1 15
Livro de Omni 1 30
As palavras de Mórmons 1 18
Livro de Mosiah 29 786
Livro da alma 63 1943
Livro de Helamã 16 497
3 Livro de Nefi 30 765
4 Livro de Nefi 1 49
Livro de Mórmon 9 227
Livro de Éter 15 433
Livro de Moroni 10 163
Apesar de querer ser diferente, mostrar uma nova unção, alguns livros são exatamente cópias da bíblia sagrada, exemplos: o 1º livro de nefi cap. 20 é igual a Isaias 48; 2º livro de nefi, cap. 12 ao 24, são iguais a Isaias, cap. 2 a 14; 3º livro de nefi 24 é igual a Malaquias 3; o 4º livro de nefi 12 a 14, são iguais a Mateus 5 a 7; moroni 10 é igual a 1Co 12.

3.1.1 Profecias proferidas por Joseph Smith.1- A Nova Jerusalém e seu templo (Ap 21:22), serão construídos em Missouri, (EUA), nesta atual geração. (doutrina e convênios, secção 84:1-5).
2 -“Sião não poderá cair nem ser removidas do seu lugar”. Aqui ele fala como se Jerusalém realmente fosse na América do Norte, ele não sabe que existe a terrestre e a celestial.
3 -Ele profetizou que a sua casa em Nauvoo haveria de pertencer a sua família para sempre (doutrinas e convênios, seção 124:56-60). Porém, após a sua morte, os mórmons deixaram esta cidade, e a casa não pertence mais a família.
4 -Aplicou a si mesmo o texto de 2nefi 3:14, dizendo que seus inimigos seriam confundidos e destruídos ao procurarem destruí-lo. No entanto foi morto a bala na prisão de Carthage, no Illinois - EUA, no dia 27 de junho de 1844.
5- Disse em 1835 que Jesus voltaria a 56 anos dali, o que não ocorreu. (história da igreja V2, pág. 182).
6- Ele disse que a lua era habitada por seres uniformes com 1,83m de altura e que tinham um costume de se vestirem com roupas iguais, e que viviam em torno de mil anos. Vemos que o principal profeta desta seita gosta de falar abobrinhas, e não profetizou a única coisa certa que seria um dia o homem chegaria a lua.
Assim vimos alguns citados como o Joseph foi mais um que apareceu, falou e não convenceu. Apesar de existirem muitos no engano, cremos que podemos através estudo da bíblia mostrar a verdade que liberta.

3.1.2- Vejam algumas crenças desta falsa seitaComo as demais seitas estudadas, essa também possui suas doutrinas exóticas e antibíblica. São chamadas de “Regras de Fé da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”. Vejamos:
1-Crêem na Trindade Celestial.
2-Crêem que os homens serão punidos pelos seus pecados e não pelo de Adão.
3-Crêem no sacrifício de Jesus, e que todos poderão ser salvos basta obedecer.
4-Crêem na ordenança dos evangelhos que são: fé em Jesus, arrependimento, batismo por imersão para remissão dos pecados, imposição de mãos para o dom do Espírito Santo.
5-Crêem que na chamada por Deus, na imposição de mãos por quem possua autoridade, para pregar o evangelho e administrar as ordenanças.
6-Crêem na organização da Igreja primitiva, apóstolos, profetas, pastores, mestres, evangelistas, etc.
7-Crêem nos dons de línguas, na profecia, revelação, nas visões, na cura, na interpretação das línguas, etc.
8-Crêem na Bíblia como palavra de Deus enquanto correta a sua tradução; mas, também crêem ser o livro mórmon a palavra de Deus.
Tem assustado a muitos cristãos o fato de haver muita semelhança entre o que cremos e as doutrinas dessa seita. Porém precisamos separar alguns pontos principais e que não podemos abrir mão. Uma coisa é eles falarem que nós estamos no caminho certo, a outra é nós participarmos dos erros deles. Vejamos algumas diferenças básicas:
1- O Deus e o Cristo do mormonismo não são os mesmos que a bíblia revela.
2- A bíblia segundo eles, não é a infalível palavra de Deus, pois precisa de complemento.
3- Eles não crêem numa vida no céu, pensam que a Sião é apenas terrena, América (EUA).
4- A Igreja Cristã falhou por isso precisou dos mórmons.
E há muitas outras ignorâncias que não nos cabe citar aqui.

3.1.4 - Principais doutrinas do mormonismo.Dado o grande volume de doutrinas defendidas por eles, vamos citar aqui algumas, ou seja, as principais.
1- Bíblia - “É a palavra de Deus, escrita pelos homens. É básica no ensino dos mórmons. Mas os Santos dos Últimos Dias reconhecem que se introduziram erros nesta obra sagrada, devido à forma como este livro chegou a nós. Além do mais, consideram-na incompletas como um guia”.
2- Deus - “Agora ouvi, ó habitantes da terra, judeus, e gentios, santos e pecadores! Quando nosso pai chegou ao jardim do Éden, entrou nele com um corpo celestial, e trouxe consigo Eva, uma de suas esposas. Ele ajudou organizar este mundo. Ele é Miguel, o Arcanjo, o ancião de Dias! Acerca de quem santos homens têm escrito e falado ele é nosso pai e nosso Deus, e o único Deus com que devemos lidar” (revista de discursos, vol. I, pág. 50, 51 – Brigham Young).
Qualquer um mórmon pode vir a ser deus, e já existiram outros deuses.
3- Jesus Cristo - “Ele não foi gerado pelo Espírito Santo...”, e sim através de uma relação sexual do deus pai e Maria. E tinha como irmão lúcifer, que por inveja se rebelou.
Ele foi polígamo: Maria e Marta, as irmãs de Lázaro, eram suas esposas pluralistas, e Maria Madalena era outra. Também a festa nupcial de Caná da Galiléia onde transformou água em vinho, ocorreu durante um dos seus casamentos”. (Brigham Young, nº 19, 384)
4- A Igreja - “É evidente que a Igreja foi literalmente expulsa da terra; nos primeiros dez séculos que se seguiram logo após o ministério de Cristo, a autoridade do sacerdote foi perdida dentre os homens, e nenhum poder humano poderia restaurá-la. Mas o Senhor em sua misericórdia providenciou o restabelecimento de sua Igreja nos últimos dias, e pela última vez... Foi já demonstrado que essa restauração foi efetuada pelo Senhor através do profeta Joseph Smith”. (meditação e expiação, p.170, 171,178)
5- Batismo pelos mortos - “Temos aqui (Hb 6:1,2) a explicação de como as portas de sua prisão poderão ser abertas e eles postos em liberdade; pela crença do evangelho, através do batismo pelos mortos. Os que ainda estão na carne fazem trabalho vicário para os seus mortos, e assim, tornam-se “salvadores do monte São!” (o plano de salvação, p.32).
6- Matrimônio - “O matrimonio, na teologia mórmon, é um contrato sagrado, ordenado divinamente. Sob a autoridade do sacerdócio, um homem e uma mulher são casados não somente para essa vida como maridos e esposas legais, mas também para a eternidade.” (quem são os mórmons? P.13)
7- Castigo Eterno -“... Não devemos dar uma interpretação particular a este termo; procuremos entender corretamente o seu significado”.
“Castigo eterno é o castigo de Deus; sem fim é a punição de Deus; ou, em outras palavras, é o nome da punição que Deus aflige, sendo ele eterno em sua natureza”.
“Por isso, todos aqueles que recebem castigo de Deus, recebem um castigo eterno, dure este uma hora, um dia, uma semana, um ano ou era”. (plano de salvação, p.35).
8 – Trindade – não crêem que são três distintas pessoas, e ao mesmo tempo uma. Eles até acreditam em três.
4 - Adventismo do Sétimo DiaNo começo do século XIX, havia pouca ênfase sobre a segunda vinda de Cristo. Nesse tempo, William (Guilherme) Miller, pastor batista, residente no Estado de Nova York, dedicou-se ao estudo do assunto, com base nas profecias, principalmente de Daniel 8:14, “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”, Miller passou a fazer deste versículo o tema de uma grande controvérsia sobre a vinda de Cristo.
Calculando que cada um dos 2300 dias representava um ano, Miller tomou o regresso de Esdras do cativeiro, no ano 457 a.C, para reconstruir Jerusalém, como ponto de partida para o calculo de que Cristo voltaria a terra, em pessoa, no de 1843. Esta previsão feita em 1818.
Tão grande foi o impacto causado por essa revelação de Miller, que muitos crentes, vindos de diferentes Igrejas, doaram suas propriedades, abandonaram os seus afazeres, e se prepararam para receber o Senhor no dia 23 de março daquele ano. O dia aprazado chegou, mas, o tão esperado acontecimento não se deu. Revisando seus cálculos, Miller descobriu que havia errado por um ano, e anunciou que Cristo voltaria no dia 21 de março do ano seguinte, ou seja, 1844. Porém, ao chegar essa data, ele sofre nova decepção e seus seguidores, em numero aproximado de 100.000, sofrem desilusões. Uma vez mais Miller fez novo calculo segundo o qual Cristo voltaria no dia 22 de outubro daquele mesmo ano (1844), falhando outra vez.
William Miller, com sinceridade, confessou publicamente que havia se equivocado em seu sistema de interpretação da profecia bíblica. Ele disse:
“Acerca da falha da minha data, expresso francamente o meu desapontamento...”.
Esperamos naquele dia a chegada pessoal de Cristo; e agora para dizer que não erramos, é desonesto!” - “Nunca devemos ter vergonha de confessar nossos erros abertamente”. (A história da mensagem adventista, p. 410).
Não obstante Miller tenha reconhecido o seu erro em marcar o dia da volta de Cristo, nem todos os seus seguidores estavam dispostos a abandoná-lo por causa dos seus erros. Dos muitos grupos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova Igreja baseada em nova interpretação da mensagem de Miller. Esta nova interpretação surgiu de uma “revelação” de Hiram Edson, fervoroso discípulo e amigo de Miller. Segundo Edson, Miller não estava equivocado em relação à data da vinda de Cristo, mas sim em relação ao local. Disse ele que na data profetizada por Miller, Cristo havia entrado no santuário celestial, não no terreal, para fazer uma obra de purificação ali.
Miller não aceitou essa interpretação, e até no fim de seus dias, 20 de dezembro de 1848, com 68 anos veio a falecer. Ele permaneceu cristão humilde, fiel, dedicado. Morreu na esperança de estar com Deus.
Passado alguns anos dos três grupos que apoiavam a Miller, dois deles deram substancial contribuição para a formação da seita hoje conhecida.
O primeiro era dirigido por Joseph Bates, que guardava o sábado em vez do domingo como dia de descanso. O segundo grupo dava muita ênfase aos dons do Espírito Santo, particularmente ao de profecia; e tinha entre seus membros a senhorita Helen Harmon (mais tarde senhora White), que dizia ter o espírito de profecia.
Ao se unirem os três grupos, cada um deu a sua contribuição para a nova igreja em formação: o primeiro grupo, a revelação de Edson com respeito ao santuário celestial; o segundo, o legalismo da guarda do sábado; e o terceiro cooperou com uma profetiza que mais de meio século haveria de exercer influencia predominante na consolidação e crescimento da nova igreja.

4.1 - A guarda do sábado
Como o próprio nome nos leva a entender, é o advento do sétimo dia, ou seja, o sábado. É a principal controvérsia da doutrina desta seita.
A origem desta doutrina ocorreu quando a senhora Ellen Gould White teve uma revelação, na qual diz que Jesus, no céu, descobriu a arca do concerto e ela pôde ver dentro das tábuas da lei. Para sua surpresa, o quarto mandamento estava no centro, rodeado de uma auréola de luz.
Não estamos aqui para discutirmos com ninguém, mas sim desmascarar o falso ensinamento bíblico. Pois então vejamos na bíblia: dos dez mandamentos da lei, nove foram ratificados e cumpridos por Jesus, menos este em questão. Veja:
A Lei = 1º- Não terás outros deuses diante de mim. Ex 20:3
NT = 1º-(Ao Deus único e sábio seja dado glória... Rm 16:27)
2º-Não farás imagem de escultura...Ex 20:4(Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Jo 5:21)
3º-Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão... Ex 20:7
NT -(Não jureis nem pelo céu, nem pela terra... Tg 5:21)
4º -Lembra-te do dia do sábado, para o guardar. Ex 20:8 = (Nada é citado no N. T)
5º -Honra a teu pai e a tua mãe Ex 20:12 = (Filhos obedecei a vossos pais... Ef 6:1)
6º -Não matarás Ex 20:13 = (...Não matarás... Rm 13:9)
7º -Não adulterarás. Ex 20:14 = (...Não adulterarás... Rm 13:9)
8º -Não furtarás Ex 20:15 = (...não furtarás...Rm 13:9)
9º -Não dirás falso testemunhos... Ex 20:16 = (Não mintais uns aos outros... Cl 3:9)
10º-Não cobiçarás... Ex 20:17 = (...Não cobiçarás... Rm 13:9) .

O Novo Testamento repete pelo menos, no seu conteúdo:
- 50 vezes o dever de adorar a Deus; -12 vezes a advertência contra a idolatria;
- 4 vezes para não se tomar o nome do Senhor em vão, -9 vezes contra a cobiça.
- 6 vezes o dever dos filhos honrarem aos pais; - 6 vezes contra os homicidas;
-12 advertem aos adúlteros; -6 contra os furtadores; 4 contra os falsos testemunhos; 9 vezes contra a cobiça. Obs: Mas em nenhum lugar manda guardar o sábado.
Para o Cristianismo entre outros motivos foi escolhido o domingo porque os maiores eventos de Jesus Cristo, foram no domingo:
- Ressurreição Mc 16:9; -Este dia chamado Santo (At 1:10);
- Suas manifestações sempre aos domingos (Lc 24:13, 33,36; Jo 20:13-19, 26);
- O dia de Pentecostes foi no domingo (At 2:1- 4);
- Eles se reuniam para ceia do Senhor (At 20:7; 1Co 16:1-2).
4.2 – Doutrinas AdventistasEsta seita também diverge do Cristianismo em três outros ensinos:
1- O estado da alma após a morte;

2- O destino final dos ímpios e de satanás;
3- A doutrina da expiação.
O adventismo ensina que após a morte do corpo, a alma é reduzida ao estado de silêncio, de inatividade, e de total inconsciência, isto é, fica dormindo.
*A bíblia cita a passagem de Lc 16:22-30, onde o rico e o mendigo Lázaro, nos mostra a falta de ensino deste povo. Ali o rico levanta os olhos, clama por misericórdia, tem sede, é atormentado, roga pelos irmãos, ainda tinha lembranças.
- O adventismo ensina que os pecados e os pecadores serão exterminados para não mais existirem. Haverá um universo limpo, quando estiver terminada a grande controvérsia entre Cristo e satanás.
* A bíblia nos ensina o oposto a tudo isso Daniel 12:2, e Mateus 25:46, Ap 20:10.
À luz do ensino adventista, a doutrina da expiação, em resumo é?
- Em 1844 começou a purificação do santuário celestial.
- No céu está o real santuário do tabernáculo, com dois compartimentos: o lugar santo e o santo dos santos, cuja réplica foi construída na terra.
- No primeiro compartimento Cristo intercedeu durante dezoito séculos (33 a 1844), em favor dos pecadores penitentes, “entretanto seus pecados permaneciam ainda no livro de registro”.
- A expiação de Cristo permaneceu inacabada, pois havia ainda uma tarefa a ser realizada, a saber: a remoção de pecados do santuário no céu.
- Esta doutrina do santuário levou o adventismo finalmente declarar: “Nós discordamos da opinião que a expiação foi efetuada na cruz, conforme geralmente se admite”
* refutamos pois entendemos que na cruz tudo se consumou, e foi perfeito. Vejamos na bíblia ver Hb 7:27; 10:12; 10:14.

5 - Testemunhas de JeováEsse movimento foi fundado por Charles T. Russel em Pittsburg, Pensilvânia, no final do século XIX.Uma década antes de Russel nascer houve grande interesse sobre o retorno de Cristo, que William Miller predisse que ocorreria em 1842, e falhou.
Charles Russel cresceu acreditando nas noções tradicionais do Cristianismo. Quando jovem, no entanto, ele se tornou cético à existência de um inferno literal.
Em 1872 já com 20 anos trabalhava em uma loja de roupa masculina. Nessa época, ele encontrou um grupo de adventistas do sétimo dia e ficou intrigado com a noção de um retorno iminente de Cristo para estabelecer a “era milenar”. Ele fundou a associação Internacional de Estudantes Bíblicos e predisse que a “era milenar” começaria em 1914. Em 1881, sua organização ficou conhecida como Torre de Vigia de Sião, e imprimiram a primeira edição da revista conhecida como “A Sentinela”.
Para variar, as previsões de Russell não se concretizaram como sabemos. Embora tenham ocorrido muitos tumultos no ano de 1914, com o inicio da 1ª guerra mundial. Houve ajustes nas previsões mais tudo acabou em nada. As Testemunhas de Jeová de hoje admitem os erros, mas preferem falar que houve um fato que marcou a história.
Russel morreu em 1916, seu sucessor foi Joseph Franklin Rutherford. Este foi considerado o “novo oráculo da mensagem de Deus para esta era” e expandiu a literatura escrita ao publicar, em media, um livro por ano.
Rutherford instituiu muitas mudanças significativas que afetavam os esforços evangelísticos:
- Ele introduziu uma outra revista chamada A idade de Ouro (Despertai).
- Ele reforçou a ênfase no testemunho de porta em porta.
- Na década de 1930 cerca de quatrocentas e três estações de rádio, eram usadas para levar o ensino da palavra.
- Mudou o nome de “torre de vigília”, para “testemunhas de Jeová” em 1931.
Em 1942 morreu Rutherford e entrou em seu posto Nathan Homer Knorr assumiu a posição de presidente. Isso ocorreu em uma época em que muitos adeptos estavam sendo presos devido à posição religiosa, a qual estava em oposição aos requerimentos políticos, pois os jovens não podiam servir a Pátria (EUA). E também o direito da liberdade de imprensa.
Na administração de Nathan Knorr foi fundada uma escola para treinamento especifico de missionários, e então passaram 115.000 (1942), para 2.000.000 (1977).
Eles afirmam que a bíblia é a única autoridade, mas não seguem as interpretações convencionais. Acreditam que apenas eles interpretam a bíblia corretamente, mas usam a versão própria (tradução do novo mundo). Vejamos algumas distorções fundamentais:
1- Deus existe (Jeová) - Mas não a Trindade;
2- Jesus não é o filho de Deus - E sim Miguel Arcanjo. Que veio a terra o chamaram de Jesus, mas ao voltar retornou como Miguel;
3- O Espírito Santo - É uma força ativa, como a eletricidade;
4- Não há inferno: Nem punição eterna. E os que não são “testemunhas” ao morrer evaporam;
5- Após a morte - Para quem são “testemunhas”, haverá vida sim, uma elite de 144.000 que será recebida no céu (menos de 9 000 deles ainda vivem na terra). Os demais morarão em uma nova e melhorada terra que Jeová estabelecerá no milênio. Até essa época, os espíritos destes fiéis permanecerão em um estado de inconscientes até que ressuscitem no milênio.
Talvez seja esta seita a que mais se opõem ao cristianismo, eles são terríveis, adoram ser contra tudo principalmente os crentes, são prontos para discussão. Podemos esperar até o ano 2014, quando essa mascara vai cair, pois eles não têm previsão para após o milênio deles.

Vejamos agora o que segundo as normas deles é errado:
1-Transfusão de sangue
- quem não obedece é banido.
2-Celebrações de aniversários – isso dá importância excessiva a indivíduos, e não a Jeová.
3-Celebração do natal – a data é errada (Jesus não nasceu em 25/12), e a data é festa pagã.
4-Outras festas, (ex: páscoa) – Jeová é contra comer excessivamente, e é o que existe nelas.
5-Manifestações Patrióticas – eles não votam, não saúdam a bandeira, pois são cidadãos do Reino de Jeová, e não devem lealdade a nenhum outro reino.
6-Serviço Militar – eles só fazem parte do exército de Jeová.

5.1) O que eles pensam sobre:
1)Deus
- Seu nome pessoal é Jeová. Apenas Ele é Deus. Não há Trindade, há um Espírito Santo, mas é apenas um outro nome para a força ativa de Deus.
2)Humanidade – os seres humanos são criaturas de Deus. Os que são testemunhas de Jeová fiéis tem o espírito eterno, caso contrário, estes não tem natureza eterna após a morte.
3)Pecado – É estar distante da perfeição de Deus. Adão e Eva pecaram, e todos os seres humanos herdaram o pecado deles.
4)Salvação e vida após a morte – Adão perdeu deliberadamente a vida perfeita que lhe fora dada originalmente. Isso foi compensado por Cristo, que também perdeu sua própria vida perfeita. A morte de Cristo não paga a pena pelo pecado, mas traz de volta a possibilidade de perfeição na vida humana. Os 144 000 seguidores fiéis de Jeová serão recompensados com o céu. O resto das testemunhas de Jeová fiéis terão a vida eterna em uma terra cheia de paz.
5)Moral – Há pouca subjetividade a esse respeito. A moralidade na maior parte é definida pelas proibições e requerimento apresentados em ensinamentos específicos.
6)Adoração – A verdadeira adoração toma a forma da aceitação de certas exigências; em particular, os esforços evangelísticos de porta em porta. Reverencia a submissão a Jeová, tornam proibida a participação em festas de aniversários e celebrações similares, a demonstração de patriotismo, e o servir a pátria.
7)Jesus – Ele foi a primeira criação de Deus. Sua existência pré-humana foi como Miguel, o arcanjo. Nasceu da virgem Maria, morreu em uma estaca e foi levantado por Deus como um espírito imortal.
8)condição para salvação – Apesar de se reunirem todas as semanas para estudarem a palavra, e seus ensinamentos. Mas é na condição do sacrifício de porta em porta que estão ganhando o direito a salvação.
9)Inferno – Não existe inferno, fogo ardendo para sempre, castigo para a alma, após a morte só os testemunhas serão recompensados por Deus.
12)Alma – Não existe alma imortal, só para os testemunhas.

5.2) A derrocada escatológicaEmbora nada haja de interessante na doutrina das testemunhas, mas vale ressaltar o malogro nas previsões de seus lideres.
A segunda vinda de Jesus - Ele virá conforme falou os anjos (At 1:11), mas porém conforme os mesmos anjos não disseram, a forma é que difere a crença, pois ele virá de forma invisível.
Armagedom – A batalha do grande dia do Senhor Deus todo poderoso terminará em 1914, com a destruição completa do governo do mundo... E o pleno conhecimento do governo de Cristo.
O Juízo Final – Na primavera de 1918, veio o Senhor, e começou o juízo primeiro da “casa de Deus” e depois das nações deste mundo.

6- O Movimento Religioso - Filosófico Nova EraA Nova Era não é um culto religioso liturgicamente organizado, mas um movimento religioso – filosófico; uma escola de pensamento filosófico–ocultista-religioso. Ela é também um movimento político mundial, o qual, no momento certo se transformará numa religião mundial, a religião do anticristo.
Segundo as profecias das Escrituras, a vinda de Jesus será precedida de grandes movimentos religiosos mundiais que, se unificarão sob uma só bandeira. Já agora a Nova Era é um movimento religioso sincretista. Seu crescimento avolumou-se a partir de 1960 de modo imperceptível à Igreja, aos crentes e ao povo comum em geral e aumentou muito a partir de 1987. A Nova Era não é outra coisa senão o preparo do mundo para o domínio do anticristo.
A meta final da nova era é uma nova ordem mundial, um só governo mundial, uma só religião oficial e um só sistema mundial.
A nova era mistura tão bem verdade e erro, de modo tão sutil, suas mentiras parecem verdades.
A nova era é também chamada Terceiro Milênio, Era de Aquário e Nova Consciência.

6.1) Mentores da Nova Era
Helena Petrovna Blavatsky, Russa, fundou a Sociedade Teosófica em 1875, em New York, EUA. Grande parte dos ensinos da nova era procede do Teosofismo (Ciência de Deus), da senhora Blavatsky. Alguns desses falsos ensinos:
- Que o ser humano está sempre a evoluir para a divinização através de sucessivas reencarnações;
- Que o ser humano pode salvar-se a si mesmo; isto é, ele não precisa de salvador nenhum;
- Que todos devem trabalhar e colaborar para o crescimento, avanço e predomínio de uma fraternidade universal, segundo os princípios do Teosofismo;
A senhora Blavatsky, para suas idéias e ensinos religiosos, inspirou-se no Budismo e Bramanismo com seus ensinos e práticas panteísta.
Alice Bailey (1880-1949). Profetisa da nova era e um dos seus primeiros promotores na metade do século XX. Era inglesa, mas residente nos EUA. Foi ela o terceiro presidente da sociedade teosófica. Demônios lhe ditaram as mensagens que formulam o plano de ação da nova era, por eles chamados apenas de “o plano”.
Marilyn Fergunson. Autora do famigerado livro “a conspiração aquariana” publicado em 1980. É o que podemos chamar de o livro de culto da nova era. “o plano”, da nova era ruidosamente exposto e comentado aqui.
Benjamim Creme: É um destacado líder conferencista da nova era. Discípulo de Alice Bailey. Ele se proclama precursor e porta voz de Maytréia - o anticristo que está por vir. Foi a instituição Tora, por ele fundada que, em 1982, financiou um dos principais jornais do mundo, de pagina inteira, afirmando: “Cristo já chegou e está aqui agora”.

6.2) Principais Doutrinas da Nova Era
1) Deus
– É a energia mística e impessoal que envolve e penetra tudo e todos. Deus é “A Grande Mente Universal”, em outras palavras: O Deus, como a bíblia ensina, não existe. “Tudo é Deus ” (panteísmo). Para os adeptos da nova era, todas as coisas existentes são Deus. Eles se referem à terra como “A Deusa Terra” .
2) Jesus Cristo – É um grande mestre como os da Nova Era. Ele ilustra bem o que é um ser iluminado como os da Nova Era. Ele é o “Avatar”, síntese da Era de Pisces (Avatar é um tipo de precursor do Maytréia - o salvador do mundo da Nova Era).
3) O Espírito Santo – Para a Nova Era, Ele é uma forma de energia mística e cósmica para ser utilizado no sentido criativo ou físico.
4) O Homem – é uma partícula do Deus impessoal e universal, o qual é a energia universal. O homem é o seu próprio Deus (vemos aqui o culto do “eu”, conforme (2Ts 3:2). O homem é constituído de forças psíquicas imanentes, que precisa descobrir e ativar. O homem é o próprio criador e aperfeiçoador dessas forças. O homem deve buscar e aceitar orientação espiritual diretamente do mundo dos espíritos mais desenvolvidos do que os seres humanos.
A moralidade o ser humano. Este é livre para viver e agir como gostar e quiser.
5)A verdadeira Religião - Todas as religiões tem coisas boas e de valor; e todas caminham para o mesmo objetivo. Portanto, é lógico e necessário que todas elas sejam unificadas para que haja uma só e completa religião universal. (O Ecumenismo já deu inicio a esse sistema há muito tempo, entre as igrejas).
6)Pecado e Mal – são falsas idéias adquiridas pela mente mortal da humanidade. Ensinar que existe pecado e mal é violentar a mente do povo. Pecado é o individuo ignorar a sua própria divindade. (vê-se aqui, que a nova era é uma outra forma de expressão da seita “ciência cristã”)
7) Salvação – É o desenvolvimento dos poderes psíquicos de cada individuo. Esse desenvolvimento tem lugar quando o individuo dá vazão ao seu próprio potencial, praticando os ensinos da Nova Era. (A salvação como a bíblia ensina, dizem eles, “ um crime psicológico”)
8) A Morte – É O momento em que a pessoa experimenta a sua união com Deus. Essa união somente ocorre no momento da morte, e se a pessoa tiver alcançado o necessário grau de perfeição mediante sucessivas reencarnações. (reencarnação é o falso ensino de que a alma de quem morre renasce como outra pessoa, quantas vezes forem preciso, até atingir a perfeição).
9) Satanás – É qualquer individuo que desconhece o seu potencial interior, e por isso não se desenvolve.
10) Céu e Inferno - São apenas estados de consciência do bem e do mal; estados esses que ocorrem somente nesta vida.

6.3) Agencias da Nova Era
Entidades e organismos
– Os que difundem, promovem e projetam a Nova Era, suas crenças, idéias, ensinos e atividades.
Certas Igrejas ditas Cristãs e Evangélicas – São aquelas que se afastaram do Cristianismo bíblico, e que perderam a visão espiritual e desprezaram a Grande Comissão de Cristo à Igreja, como temos nos evangelhos.
Não é só o ecumenismo que essas igrejas acolitaram, mas também ideias e crenças filosóficas – religiosas, antibíblicas, da nova era.
Movimentos ecológicos – Sua grande maioria é dirigida segundo as crenças e postulados da nova era, partindo do principio de veneração religiosa para com a terra. A campanha de preservação do meio-ambiente desses organismos parte de princípios panteístas inclusive, com elocuções intituladas “mãe terra”.
Anistia Internacional – Também está vinculada à nova era. Como o homem é um deus virtual, segundo a nova era, os seus “direitos” e pretensões estão acima de tudo. Partindo desse credo, essa entidade age pelo mundo afora. A ONU, um organismo mundial de nações, tem afinidade com a Nova Era, e daí favorece-la. Estamos vendo como tudo caminha para o cumprimento das profecias dos tempos do fim.
As ONG`s (organização não governamental) – Com raras exceções, são projetos da nova era. Um exemplo disso é a organização ambientalista Green Peace (paz verde). É louvável os objetivos e as realizações dessa organização sem fins lucrativos, mas lamentavelmente, integrada á nova era. O Green Peace pugna pela preservação da ecologia oceânica, pelo desarmamento e pela prevenção da poluição tóxica, mas tudo segundo os princípios e crenças religiosas da nova era.
A Música – é outro agente da nova era. Sua musica percorre o mundo como é o caso do chamado Rock Evangélico, dentre muitos. Essa musica anticristã encontrou espaço até na igreja. Aliada a musica da nova era está a mídia com seus filmes e publicações.

Conclusões sobre a nova eraA nova era em resumo é feitiçaria, demonismos juntos, agora disfarçados, mas futuramente, ostensivos.
Somente Jesus é quem em breve estabelecerá uma perfeita Nova Era. Seu grandioso Reino de justiça e paz.

7 - Ciências CristãA igreja da Ciência Cristã foi organizada e fundada no ano de 1879 por Mary Eddy, nascida em 16/07/1821, na cidade de Bow, New Hampshire, (EUA), e falecida em 03/12/1910, na cidade Chestnut Hill, Califórnia (EUA).
Desde criança, Eddy padecia de crises nervosas e ainda jovem, tornou-se membro da Igreja Congregacional, sem no entanto, haver experimentado conversão genuína.
Em meio as intempéries matrimoniais onde passou por três casamentos, e acometida de grave enfermidade, Mary Baker deixou-se influenciar pelos ensinos de um curandeiro e hipnotizador popular chamado Fineas Quimby, que negava a existência da matéria, do sofrimento, da enfermidade e, do pecado e de todo mal.

7.1 - Ensinos da Ciência CristãNo livro Ciências e saúde com a chave das escrituras, Mary Baker Eddy foi além das teorias de Fineas Quimby, afirmando que toda aparência da matéria ou da ocorrência da morte é somente uma ilusão, um sonho.
De acordo com o livro Qual o Caminho? de Luiza J Walker, a senhora Mary Baker ensinou mais o seguinte:
1- “A bíblia tem sido minha única autoridade”. Contudo afirma que seus próprios escritos são divinamente inspirados, e que sem o estudo dos mesmos é impossível compreender a bíblia.
2 – “Deus é um principio divino, um Ser supremo incorpóreo; que é Mente, Espírito, Alma, Vida, Verdade e Amor. Deus é toda substancia, inteligência”.
3- “Nas palavras de São João: “Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja sempre convosco...”, este Consolador eu entendo ser a Ciência Divina... A Ciência Cristã é o Espírito Santo.
4 – Jesus não é o filho de Deus num sentido diferente daquele em todo homem é filho de Deus. Jesus é o ser humano, e Cristo a idéia humana. “A virgem mãe concebeu essa idéia de Deus e deu a seu ideal o nome de Jesus”.
5 – “A eficácia da crucificação reside no fato de que ela demonstrou afeto e bondade práticos para com a humanidade. O sangue material de Jesus não era mais útil quando foi derramado na cruz do que quando corria pelas veias do Senhor em sua vida diária. Veio a salvar os homens da crença de que eram pecadores. O homem já é perfeito”.
6 – “...O que os evangélicos chamam de ressurreição de Cristo, era a demonstração da Ciência Divina, o triunfo da verdade e do amor imortal sobre o erro”.
7 – “A segunda vinda de Cristo é o despertar de um sono enganoso para dar–se conta da verdade”.
8 – “ O diabo é o mal irreal da mente falsa e imortal”.
9 - “A oração não é petição, mas simples afirmação. A oração dirigida a um Deus pessoal é um obstáculo e pode levar à tentação. Não se persuade Deus a fazer mais do que já fez”.
10 – O homem foi, é e será sempre perfeito... O homem é incapaz de pecar. Posto que o homem é a idéia da imagem de Deus, é perfeito.
11 – “Não existe inferno, nem juízo. Não existe um céu literal; este simplesmente consiste em harmonia perfeita com a Mente Divina”.

8 – EvolucionismoNo decorrer dos séculos, principalmente no século atual, muitas filosofias e ensinos têm surgido procurando lançar duvida sobre o relato bíblico da criação.
Entre essas teorias destaca-se o Evolucionismo, concebido e largamente difundido pelo naturalista inglês Charles Robert Darwin, que nasceu em 12/02/1809 na cidade de Shrewsbury e faleceu em 19/04/1882 na cidade de Downe, Inglaterra. Casado com sua prima Emma Wedgwood, teve dez filhos, três dos quais morreram prematuramente.
Não obstante o próprio Darwin, antes de morrer, contestar essa teoria que ele mesmo ensinou ao longo da sua vida, ainda hoje ela é aceita e pregada nos círculos universitários.

8.1 – O que eles ensinamA Teoria da Evolução tem como marco de partida, a afirmação de que o homem e os animais em geral possuem um principio comum; isto é, tanto o homem como os animais procedem de um mesmo tronco biológico primitivo, e que tanto os homens como animais são soma de mutações ocorridas no decorrer dos milênios. Em suma: o homem de hoje não era homem, no principio. Desse conceito, surgiu o ensino de que o homem de hoje é um macaco em estagio mais desenvolvido que os demais macacos.
E, para maior confusão, a Teoria da Evolução coloca o inicio da vida humana há milhões de anos antes do tempo que a bíblia indica para o principio da vida humana na terra.
8.2 – A Bíblia condena essas teoriasÉ bom lembrar que quando tratamos da evolução, estamos falando de teorias humanas, com suposições, e não como ciências, a qual lida com fatos dados concretos que possam comprovar e comparar. Quando lemos um compêndio sobre a evolução encontramos muitos chavões como suposições: crê-se, admite-se, talvez, possivelmente, e outros... sê a teoria evolucionista é tão vulnerável não temos como acreditar em tais suposições.
A nulidade dessa teoria é mostrada principalmente à luz da bíblia que diz: “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”. ( Gn 2:7)
Homem vem do latim homo, palavra que segundo os filósofos vem de húmus (terra). No hebraico, língua original do Antigo Testamento, adam, nome dado ao primeiro homem “Adão” traduzido por aquele que obteve sua vida da “adamah”, da terra. Esta interpretação deve ser aceita, principalmente quando analisada à luz da bíblia na sentença final dada por Deus ao homem após sua queda. “...tu és pó e ao pó tornarás.” (Gn 3:19).
Segundo a bíblia Deus fez o homem como adulto. O chamado homem de “Neanderthal” ou o homem de “Heidelberg”, nada comprovam que o homem no principio tivesse em si características de um macaco encurvado. As diferenças morfológicas (o africano alto e magro, o pigmeu, o negro, o branco, as variadas feições) nas raças humanas decorrem dos hábitos, alimentação, clima, práticas, vícios, e migrações.
E para colocar fim nestas infinitas diferenças o evolucionismo diz ter a história do homem devido a variações das eras criacionistas um milhão e setecentos e cinqüenta mil anos. Podemos ver, dados como estes são absurdos ante a cronologia bíblica que nos relata um período de aproximadamente seis mil anos desde a criação.

9 - Só Jesus (Unicidade)No século III da nossa Era, surgiu uma serie de discussões e posicionamento doutrinários a respeito da natureza de Deus, liderado por Sabélio, presbítero da Igreja Cristã do norte da África.
Sabélio começou a negar a existência da trindade, dizendo que Jesus era o Jeová do Antigo Testamento e a única pessoa da divindade. Segundo ele, os termos “Pai” e “Espírito Santo” se referiam apenas a certos aspectos do caráter de Jesus e não a outras pessoas da divindade. Assim sendo, o Pai, Filho e o Espírito Santo era somente três diferentes nomes para a mesmo ser divino.
Esse ensino desapareceu antes do fim do século IV, porém ressurgiu neste século, com uma nova roupagem, através do movimento chamado “só Jesus” ou “Nova Luz”, e com pequenas variações, também através das testemunhas de Jeová, que também negam a existência da trindade, conforme mostramos na lição desta seita.

9.1 – Origem do movimento “Só Jesus”A origem do movimento, está ligada à pessoa de John S Scheppe, que no ano de 1913 diz ter recebido uma revelação em forma de visão acerca do poder do nome de Jesus. Nesse caso ele começou a estudar o assunto e chegou á conclusão de que o verdadeiro batismo tinha de ser ministrado só em nome de Jesus, citando At 2:38: “...Arrependei-vos e cada um seja batizado em nome de Jesus Cristo para a remissão dos pecados...”
John S. Scheppe, pastor americano, ensinou também que era imprescindível ser batizado em água para ser “nascido da água,” ou ser salvo. Foi assim que muitos crentes de outras denominações, já batizados no nome da trindade, abjurando deste batismo, se deixaram batizar outra vez, mas só no nome de Jesus.

9.2 – Nova LuzMas, como conciliar o ensino defendido de Scheppe e por seus seguidores, com o fato de o próprio Jesus mandar batizar em nome da trindade? Para contornar a situação ele diz ter recebido uma nova luz sobre o assunto. Segundo essa “revelação” a trindade era uma só pessoa, e seu nome era Jesus Cristo: Senhor, Jesus, Cristo. Jesus revelava distintos aspectos de Sua natureza, apresentando-se como Pai e Espírito Santo; porém não eram distintas personalidades. Resumindo: a divindade consistia somente em Jesus.
9.3 – A Bíblia refuta este ensinamentoCremos em um Deus Triuno, ou seja, três seres distintos, e ao mesmo tempo uno. Sabemos que satanás quer confundir a sua cabeça e não deixar que você creia na bíblia sagrada como palavra genuína de Deus.Vejamos alguns exemplos da trindade bíblica:- O Pai dá testemunho do Filho. Como um ser divino à parte. (Mt 3:17)
- O Pai dá testemunho de si mesmo. (Ex 20:2); - O Pai dá testemunho do Espírito. (Zc 4:6)
- O Filho dá testemunho Pai. (Jó 14:12); - O Filho dá testemunho de si mesmo. (Jo 14:16)
- O Filho dá testemunho do Espírito Santo. (Jo 16:13,14)
- O Espírito dá testemunho do Pai. (Hb 3:7-11); - O Espírito dá testemunho do Filho.(Jo 16:14,15); - O Espírito Santo só não dá testemunho de si mesmo. (Jo 16:13)

10 - MoonismoMoonismo ou “Associação do Espírito Santo para a Unificação da Cristandade Mundial”, ou ainda “A Igreja da Unificação”, fundada na Coréia do Sul, em 1954, e em 1973, nos EUA. Já em 1976 proclamava ter entre 500.000 a 2.000.000 de membros, radicados principalmente na Coréia do Sul e no Japão, com ramificações também na Europa.
Sun Myung Moon, fundador desta seita, nasceu em 06/01/1920, no vilarejo de Kwangju Sangsa Ri (Coréia do Norte). Casou-se com Sun-Kil Choi, em 1944, de quem se divorciou em 1957. casou-se novamente, com Hak Ja Han Moon em 1960. Teve dois filhos: Hee Jin (1954-1967) e Sung-Jin Moon. Para não fugir aos princípios de todas as seitas este também teve revelações especiais desde crianças.
O Reverendo Moon conta que desde a infância foi clarividente, podia ver através dos espíritos das pessoas. Quando tinha 12 anos, começou a orar para que coisas extraordinárias começassem a acontecer. Conta que num domingo de páscoa o próprio Jesus apareceu-lhe e disse: “termina a obra que eu comecei.”
Moon começou a se preparar para o cumprimento dessa missão, através do estudo das seitas e dos cultos populares do Japão e da Coréia. Foi assim que em 1946, começou a pregar a sua própria versão do Cristianismo Messiânico. À medida que a seita crescia, seu líder enfrentava problemas morais e com as autoridades coreanas, no que culminou com a sua excomunhão da Igreja Presbiteriana, em 1948.
10.1 – Ensinos de MoonDe acordo com o livro princípios divinos, o livro das revelações de Moon, Deus queria que Adão e Eva se casassem e tivessem filhos perfeitos, estabelecendo assim o reino de Deus na terra. Mas satanás, encarnado na serpente, seduziu Eva, por sua vez transmitiu sua impureza a Adão, causando, então, a queda do homem. Por isso, Deus mandou Jesus Cristo ao mundo, para redimir a humanidade do pecado. Mas Jesus morreu na cruz, antes de ter podido casar-se e tornar-se pai de uma nova raça de filhos perfeitos. Agora chegou o tempo para um novo Cristo, que finalmente cumprirá os desejos de Deus.
Ou seja, Jesus foi preparado pelo pai para viver uma vida de homem aqui na terra. Quanto engano. Quanta heresia absurda e chula.
Como toda seita mistura partes da bíblia que achamos corretas, e algo novo e particular do autor da visão, e até copiam embustes de outros segmentos heréticos. Precisamos conhecer e separar as coisas que são das que não são.
Moon não se identifica como o novo Messias, mas diz que este tal como próprio, nasceria na Coréia em 1920. não obstante, muitas das suas declarações querem o identificar ora como Deus, ora como satanás, ora como o anticristo. Evidentemente, esses seus pronunciamentos contradizem as Escrituras, como você pode ver a seguir:
Moon Refutamos pela Bíblia.
1 - Eu sou o vosso Cérebro ---- 1- Eu sou o Senhor, teu Deus... (Ex 20:2)
2 - “O que eu desejar, deve ser o que ---- 2- O filho do homem... não veio para ser
servido. Mas, para servir e dar a vida
vóis haveis de desejar.” em resgate de muitos” (Mt 20:28)
3 - Minha missão é dar novos a --- 3-“Porque o filho do homem veio buscar e novas pessoas. salvar o perdido”.(Lc 19:10)
4 - “De todos os santos enviados à terra por ---- 4- “Porque não ousamos classificar-nos ou
Deus, creio ter sido eu o que até hoje obteve comparar-nos com alguns que se louvam
Maiores sucessos”. a si mesmos eles medindo-se consigo mes
mos... Revelam insensatez.” (2Co10:12)
5 - “Tempo virá em que as minhas palavras -- 5 Humilhai debaixo da potente mão de
terão quase o mesmo valor que as leis. E tudo Deus para que a seu tempo o exalte. aquilo que eu pedir terá de ser feito.”
6 - “O mundo está nas minhas mãos. E eu ----- 6- “Ao Senhor pertence a terra e tudo o
conquistarei e subjulgarei todo o mundo. que nela se contém, o mundo e os que
nele habitam.” (Sl 24:1)
1 - “Estou pondo as coisas em ordem, para --- 7- “...Eis que vos envio como cordeiros
Que possamos cumprir os desejos de Deus. To no meio de lobos”.(Lc10:3; Is 42:1-3)
dos os obstáculos que vos venham a ser opostos
devem ser aniquilados.”
8 - “Nossa estratégia é nos unirmos como se ---- 8- “Porque todo que é nascido de Deus
fossemos uma só pessoa. Só assim poderemos vence o mundo; e esta é a vitória que
vencer o mundo inteiro”. Vence o mundo: a nossa fé. Quem é o
que vence o mundo, se não aquele que
crê ser Jesus o filho de Deus? (1Jo 5:4,5)

10.2 – Fanatismo Moonita, Lavagem cerebralEm geral, os moonitas, ou seguidores de Moon, cedo assumem a responsabilidade de fazer “evangelismo” nas esquinas. As pessoas mais visadas nestes casos são as que se mostram solitárias. Estas ao serem atraídas, são convidadas para uma conferência da seita, para jantares, para passar um fim de semana num dos centros da comunidade, para estudo.
Esses fins de semana obedecem a um programa rigidamente estruturado, exaustivo, com pouco tempo para dormir e nenhum para refletir. Os neoconvertidos passam por uma verdadeira lavagem cerebral, que envolve uma media de seis a oito horas de preleções teológicas baseadas nos ensinos doutrinários da seita. Aprendem que Deus mandou Moon para salvar o mundo em geral, inclusive eles.
O treinamento dura entre 3 e 16 semanas, onde eles, ficam isolados da família durante esse período. Alguns trabalham de dia e a noite freqüenta a igreja onde doam boa parte dos seus proventos.
Durante os primeiros meses de experiência religiosa, mos novos membros da seita frequentemente recebem telefonemas de pais, parentes, amigos, pedindo que voltem ao seu convívio. Quando alguns deles vacilam, os seus discipuladores lhe dizem que seus pais, parentes e amigos são agora inimigos a serviço de satanás.
Já ouve casos de pais invadirem as igrejas com a policia no Rio de Janeiro para arrebatar filhos das mãos desta seita.
10.3 – Algumas particularidades doutrinárias.
Dentro do complexo quadro doutrinário do moonismo, para efeito de estudo, queremos destacar dois pontos apenas:
1 - Uma das principais exigências do reverendo Moon àqueles que se convertem ao moonismo, é que o neoconvertido adote a Coréia como sua pátria mãe, à qual deve jurar lealdade e amor. Assim um brasileiro, por exemplo, que se converte ao moonismo não tem mais deveres para com o Brasil.
Logicamente que muitos são os problemas encontrados por esta seita onde passa.
2 - Outro principio inviolável do moonismo é que quando um dos moonitas for considerado apto para o casamento, deve ter dado pelo menos sete anos de leais serviços para promoção da seita, e assim precisa de permissão do reverendo Moon para poder contrair núpcias.
Os moonitas podem até propor parceiros para se casar, mas é o grande Moon quem dá a ultima palavra. Ele pode escolher parceiros desconhecidos um do outro. Após o casamento os noivos ficam 40 dias longe um do outro.
Para encerrar e como não podíamos deixar de mencionar o reverendo Moon construiu um império industrial nos EUA, graças a donativos arrecadados pelos seguidores. Entrementes, o governo americano resolveu processa-lo por sonegação de impostos. Moon tentou fugir do país em 1981, mas foi preso e cumpriu pena até 1985 quando foi libertado.
11 - Islamismo
Esta seita tem por maior profeta de todos os tempos Maomé, superior inclusive a Jesus Cristo que foi de menor expressão.
Maomé (Muhammad Ibn Abdallh) nasceu em uma família aristocrática, em 570 d.C em Meca (situada na atual Arábia Saudita). Contudo, as circunstancias do pequeno Maomé eram desoladoras e só pioraram. Seu pai morreu antes que ele nascesse o que causou a destruição do negócio familiar. A seguir, sua mãe morreu quando tinha seis anos de idade. Maomé foi levado para morar com o avô, mas este morreu logo depois. Portanto, o jovem Maomé foi morar com o tio que era o chefe do clã coraixita.
Talvez o fato de ter morado com o tio permitiu que Maomé tivesse alguma sensibilidade espiritual (ou, talvez, isso tenha acontecido devido ao fato que as pessoas próximas a ele estavam sempre morrendo). O clã coraixita era responsável pela caaba, o santuário e local de peregrinação na Arábia. Embora houvesse cristãos e judeus na área (o que expôs Maomé a essas religiões), a maioria dos residentes de Meca adorava numerosos deuses e a natureza, como as arvores e as rochas. As duas práticas religiosas na cultura politeísta que o rodeava eram a peregrinação e a oferta de sacrifícios.
A tradição diz que Maomé não sabia ler nem escrever. Mas tinha jeito para o comércio. Aos vinte e cinco anos, casou-se com uma mulher de quarenta anos que possuía um comércio de caravanas que ele gerenciava. Os recém-casados foram morar em Meca, e Maomé iniciou uma carreira comercial de sucesso. Contudo como os adventos demonstraram, Maomé era mais um pensador do que negociante. Ele estava desiludido com as práticas politeístas e idolatras. Com freqüência procurava a solidão em uma caverna, fora da cidade de Meca.
Em 610 d.C, quando Maomé tinha quarenta anos, ele estava sentado na caverna quando recebeu a primeira de uma serie de visões místicas que mudaram sua vida (e o mundo). De inicio, Maomé não tinha certeza se suas visões eram divinas, mas sua mulher estava convencida de que era de deus. Maomé, por fim acreditou que o arcanjo Gabriel entregou-lhe uma mensagem de deus. De que havia apenas um deus verdadeiro e que a idolatria era uma abominação.


11.1 – O Perfil do IslamismoO islamismo é a segunda maior religião do mundo. São monoteísta, seu deus é alá (ou Al-Lah). E são denominados mulçumanos.
Há mais de 1 bilhão de mulçumanos no mundo.
O islamismo é a mais jovem das maiores religiões mundiais, pois tem apenas mil e quatrocentos anos (iniciou no século VII).
A presença islâmica nos EUA, começou em torno 1850. acredita-se que a primeira mesquita foi construída em 1934, em Cedar Rapids, Iowa.
Para cumprir o requerimento religioso, todo mulçumano deve fazer uma peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida. O total de pessoas que visitam Meca anualmente, no décimo segundo mês, é em torno de 2 milhões de peregrinos.


11.2 – O profeta prega e dita
Maomé, nos dois anos seguintes, após receber suas primeiras visões, manteve-se quieto. Depois em 612 d.C ele começou a pregar e a ganhar adeptos. Ele continuou a receber revelações. Como não sabia ler, nem escrever, Maomé recitou essas revelações a seus discípulos, que as escreveram.
Por fim essas recitações transcritas foram colecionadas em um livro chamado Alcorão (Qur`an), que significa “o recitado” ou “a leitura”.
Embora com sua mensagem ele estivesse ganhando um considerável número de adeptos para Alá, a maioria das pessoas em Meca, eram hostis aos ensinamentos. Maomé proclamava sua mensagem sobre Alá, o Deus que se opunha à arrogância e ao materialismo das pessoas de Meca, o que o levou a fazer inimigos. Em 622, Maomé e seu pequeno bando de seguidores foram forçados a fugir para o norte, para a cidade de Medina (“a cidade do profeta”).
Maomé organizou um pequeno exército para estabelecer a paz entre os vários grupos tribais que estavam em guerra em Medina. Por meio do combate e da diplomacia, alcançou a estabilidade para a região. Construiu uma mesquita e formou um governo que ditava as regras para as pessoas em todas as áreas da vida: religiosa, econômica, política, social. Nesse meio tempo, de volta a sua cidade natal, o povo de Meca planejou destruir Maomé e seus seguidores. As maiores batalhas se estenderam por um período de mais de seis anos, mas, em 630 d.C., Maomé e suas forças conquistaram a cidade de Meca e destruíram todos os ídolos e santuários, exceto o de caaba (que tornou o lugar mais sagrado da terra para os mulçumanos).
Após a conquista de Meca, Maomé foi capaz de estender seu controle, quer por meio de tratados quer por meio da força, por quase toda a Arábia. Ele era uma combinação de líder religioso e governante, que impunha a adoração a Alá. Maomé continuou a morar em Medina e fez sua última peregrinação à caaba (Meca) em março de 632, morrendo três meses depois. Após a morte, seus seguidores zelosos a nova fé, espalharam para Ásia, África, e Europa.

11.3 – As cinco doutrinas principais
Deus = Há apenas um deus único, e seu nome é Alá. Ao pronunciar em suas orações diárias, os mulçumanos reconhecem que “deus é maior que tudo”. Eles sabem que é um deus onisciente, onipotente, onipresente. Os poderes que são atribuídos a Alá são os mesmos que os famosos atributos “oni” do Deus do Judaísmo e Cristianismo.
- Onisciente – Sabe tudo; - Onipotente- Tem todo poder;
- Onipresente – Está em todos os lugares, ao mesmo tempo.
Os mulçumanos têm noventa e nove maneiras de descrever Alá, e nenhuma fala de amor. Ele está mais ligado a julgamento, poder.
Eles se ofendem com a noção de uma pessoa possa conhecer a Deus. Isso tornaria um deus dependente da sua criação. Eles crêem que Alá não se manifesta.
Alá também não tem filho, e continua misterioso, distante, e inacessível.
Anjos = Eles acreditam na hierarquia dos seres criados. Na concepção deles assim foram criados: em um nível mais baixo os animais, nível intermediário os seres humanos, e acima os anjos que seriam um passo intermediário entre a humanidade e Alá.
Há anjos bons e maus. Os bons são mensageiros de Alá, e o mais alto na hierarquia é Gabriel (o que entregou na caverna a revelação de Alá a Maomé). Shaitan é o anjo caído, e os anjos maus seguidores são chamados de demônios (jinns).
Sagradas Escrituras:- A Torá (livro de Moises na bíblia); o Zabur (os salmos de Davi); o Injil (o evangelho de Jesus Cristo); o Alcorão (as revelações que Maomé recitou aos transcritores).
Como o alcorão foi a ultima mensagem de Alá ao seu povo, ele se sobrepõe a todas as revelações anteriores. Se há algum conflito entre os escritos, então prevalece o que está no alcorão.
Há na bíblia muitas passagens que fala de Deus soberano são repetidas no alcorão, inclusive profetas como Abraão, Moises, Jesus são também acreditados e mencionados.
Escavações arqueológicas recentes e a descobertas de manuscritos puseram em questão muito da história tradicional a respeito das origens do islamismo e do alcorão. Põem em duvidas se a cidade era Meca ou seria Jerusalém, pois a primeira não era viável, pois não estava na rota de comercio, se tem validade os escritos recém descobertos que não coadunam com os escritos do alcorão. Fiquemos com a duvida, pois não nos importamos com a prova final.
Profetas = Esta seita crê em profecia, e acreditam que mais de 100.000 foram enviados à humanidade ao longo da história. O alcorão nomeia apenas os mais importantes que são: Adão, Noé, Abraão, Moises, Davi, Salomão, Jonas, João Batista, Jesus.
Embora seja conhecido como um importante profeta no islamismo, ele não é considerado o filho de Deus. Para os mulçumanos é uma blasfêmia sugerir que Jesus pudesse ser deus. Porém, eles acreditam que tenha nascido imaculado. (nem Maomé participa desta distinção). Eles consideram a Jesus um pouco menor que Maomé.
Cada profeta anuncia uma verdade especifica de Alá, e que a sua mensagem aplica-se a todos em cada período da história.
Julgamento final = Os mulçumanos acreditam que a morte não é o final de tudo. E sim que há vida espiritual. Todos serão ressuscitados num futuro e haverá um julgamento.
O alcorão ensina que toda atividade humana é escrita por dois anjos. No momento do julgamento, esses dois anjos revelarão os dados de cada individuo. As ações de cada pessoa serão pesadas, por Alá, em uma balança de justiça absoluta. As boas e as más ações, para onde pender a balança este será o julgamento do individuo. Se for para o bem irá para o céu, se para o mal irá para um lugar de sofrimento eterno inimaginável.
Agora, existe uma brecha, uma condição, uma saída, que permite um mulçumano, e somente a estes, evitarem o julgamento final. São aqueles que morrem como mártires em defesa da fé islâmica, ou em uma “guerra santa” (a jihad), pois estes vão diretamente para o céu e evitam o desfecho do julgamento final. Com isso muitos mulçumanos tem praticada atividades que para eles serão mártires de Alá. Para nós parece impossível ser cumprido sem ganho nenhum.
Cinco Pilares do Islã = Fazer boa ação não é aleatoriamente, mas sim só tem valor os dos cincos pilares propostos aqui, as demais não valem.

1) Recitar o credo - Ele é chamado Shahadah (dar testemunho), e cada mulçumano é esperado para recita-lo publicamente. A tradução desse credo diz: “não há outro deus além de Alá, e Maomé é seu mensageiro” essa afirmação reconhece sucintamente a crença dos mulçumanos em um deus uno e único, eterno, soberano, assim como reconhece que Maomé é o mais importante profeta. Repetir essa frase (em árabe) ao longo da vida confirma a aceitação pessoal da fé islâmica.

2) Fazer as orações - A oração é a disciplina mais consistente da prática mulçumana, pois demonstra obediência a Alá. Ela é um ritual que deve ser praticado cinco vezes ao dia: de madrugada, meio dia, ao meio da tarde, depois do por do sol, e a noite. As orações devem ser feitas com a pessoa apontando na direção de Meca, Arábia Saudita. Podem ser feitas em qualquer lugar conveniente, porém nas sextas feiras somente na mesquita.

3) Dar esmolas – As esmolas para um mulçumano equivalem a 2,5% de sua renda. Esse dinheiro é doado a comunidade mulçumana em beneficio das viúvas, dos órfãos, dos doentes e dos viajantes. Também são usadas para fins administrativos, e construção de mesquitas, e obra missionária.

4) Jejum - Podem ser feitos por penitência ou piedade. Todo mulçumano deve fazer jejum de 30 dias durante o Ramadã (nono mês do ano lunar mulçumano, data esta em que Maomé recebeu as primeiras revelações do alcorão). Neste jejum eles se abstêm da comida, bebida, e prazeres, a partir do nascer do sol, até ao por do sol. E as alimentações são permitidas no intervalo do por ao nascer do sol.

5) Peregrinação – Todo mulçumano sonha em fazer uma peregrinação (hajj) a Meca. O alcorão exige que pelo menos uma vez na vida essa peregrinação deve ser feita.

O que é Caaba?Localizada no centro da grande mesquita, a caaba é uma estrutura na forma de cubo do tamanho de um pequeno prédio. Ela é coberta com um pano negro. No canto mais oriental dessa estrutura está a sagrada pedra negra. Para os mulçumanos, esse é o local mais sagrado da terra e quando fazem suas orações se direcionam a caaba.
Segundo a crença foi nessa pedra negra que Abraão foi tentado a sacrificar seu filho Ismael. Centenas de profetas foram sepultados na região que circunda seu perímetro. A caaba foi um santuário politeísta que continha estátuas de muitos deuses, Maomé a limpou em 632d.C e a purificou para todos os tempos para o beneficio de Alá.
Quando um homem visita a caaba, ele veste dois panos sem costura para simbolizar a igualdade de todos diante de deus. As mulheres usam roupa comum que as cobrem da cabeça aos pés (burca).
Há segmentos por exemplos do Islã (Iraque, Irã, Afeganistão, e outros...), que as mulheres são obrigadas a usar burcas a partir da publicidade.
 
12 – Congregação Cristã do Brasil
Muitos vão estranhar que esses cristãos que aparentemente tão inofensivos possam ser tratados como seita. Mas, é aqui que vamos fazer essa separação.
Eles chegaram ao Brasil em 1910, com a chegada de imigrantes italianos vindo dos EUA, Luigi Francescon, ex-membro da igreja presbiteriana em Chicago. Ele trouxe a ênfase pentecostal e se estabeleceu em duas regiões de imigrantes italianos no Brasil, norte do Paraná, e no estado de São Paulo.
Segundo a história Francescon veio para o Brasil na companhia de dois irmãos que fundaram a Assembléia de Deus em Belém do Pará. E ele seguiu para a cidade de Santo Antonio da Platina - PR, onde fundou a Assembléia Cristã. Nome mudado 20 anos mais tarde devido à similaridade da outra denominação.


12.1 – Como funciona

1) Os anciãos
– Existe um ancião mais velho que detém absolutamente todo poder e honra, e a não ser em caso de morte pode ser substituído (cargo vitalício). Dificilmente são admoestados por membros da igreja, pois se consideram “guias espirituais” de seus adeptos, falando o Senhor através deles pelo Espírito Santo.
São ungidos de Deus intocáveis, dignos de honra, e respeito por parte dos fieis. Acham – se predestinados, já que são escolhidos nas reuniões de oração, onde se pede uma direção por parte do Espírito Santo.
Os anciãos com os poderes que lhe são atribuídos pelo sacramento da “unção”, se tornam senhor digno da graça de Cristo, dono do poder, concentrando em si todas as funções espirituais da igreja.

2) Cooperadores – Estes são membros comuns, que na falta dos anciãos são os responsáveis pelas pregações e pelos cultos em geral. Na sua maioria são homens iletrados, com muito pouco conhecimento das escrituras. São totalmente subordinados ao ancião, perdendo todas as suas funções e autoridade quando o ancião se faz presente.

3) Diáconos - Estes apesar de terem uma função bastante expressiva nas igrejas Evangélicas, estão subordinados aos caprichos dos anciãos. São escolhidos por eles, por julgamentos próprios. A membrezia nunca participa das decisões, nem existe eleição para escolha da diretoria. Apesar da lei e diretrizes do nosso código civil brasileiro assim exigir, é tudo feito na maneira que o líder Maximo decidir. Ao invés de eleições conforme a lei preceitua, para escolha da diretoria, já vem tudo escalado conforme o bel prazer dos anciãos e o povo somente assina o livro (que fica na entrada das igrejas nesse dia), para registro em cartório conforme é dever de registrar a ata da eleição da diretoria.
Há casos em que a diretoria e o corpo ministerial estão na liderança de uma igreja a mais de 40 anos, sem troca e sem mudanças.

12.2) Sistema de Culto
Se compararmos o púlpito da congregação com o tabernáculo dos tempos de Moisés, este seria o Santo dos Santos. Só ao pregador, e ao ancião é liberado este lugar. Demais participantes resta se contentar em assistir dos seus lugares ou caso quando for fazer uso da palavra existem dois microfones para os apartes embaixo no corredor.
A platéia fica totalmente dependente da atuação do ancião mais velho que conduz toda a liturgia do culto.
Usam apenas os quatro evangelhos, pois somente eles têm inspiração, pois são palavras de Jesus. E não aceitam o restante da bíblia, como inspiração de Deus.
Estão sempre certos, gostam de discutir, são polêmicos, só cumprimentam entre si com a paz de Deus. Somente eles serão arrebatados.
Acreditam que aqueles que serão salvos mais cedo ou mais tarde virão para a congregação, pois Deus os predestinou. Por isso não evangelizam.

12.3) A igreja do véu
Também conhecida por este nome, exatamente pelo uso desse ornamento, o que é marcante nessa seita. Eles se baseiam em (1Co 11:2-6) para tal. Mas cremos seja como as demais, pura ignorância, interpretação errônea da bíblia, ou ditames para fazer diferença.
Porque o Apostolo Paulo que escreveu treze epístolas não repetiu em mais nenhuma essas palavras, somente endereçou as irmãs de Corinto na Grécia? O que será que ele tinha contra as irmãs?
É fácil à luz da bíblia, e com a influência em nossas vidas do Espírito Santo de Deus, podemos assim responder, é que naquela cidade as prostitutas usavam os cabelos curtos, ou raspavam a cabeça era uma característica daquele povo. Então Paulo recomendou as irmãs que se convertiam, e tinham os cabelos curtos (ou raspado), a usar o véu para cobrir a cabeça, somente para fazer diferença, enquanto os cabelos cresciam. E diz mais na forma de ensino, é honroso para a mulher deixar os cabelos crescidos, ou seja, quando alguém olhar vai saber que aquela mulher não é prostituta. Agora pare e pense: o véu não possui as suas pontas aparadas igualmente, e o cabelo não foi dado no lugar do véu, por que então as mulheres não podem cuidar, aparar os cabelos, mas podem cuidar e enfeitar e variar e ornamentar o véu.
E mais, já que é para criar coisa nova, (1Co 11:5) diz “A mulher quando ora ou profetiza deve ter a cabeça coberta com o véu”. Aí perguntamos o véu que elas usam na congregação cobre alguma coisa? Ou seja, nada. A ordem é cobrir a cabeça e não ornamentar os cabelos.
Lógico que nossa intenção não é fazer apologia a nada, somente ensinar a palavra de Deus. Pois ela diz: “melhor é obedecer do que sacrificar” (1Sm 15:22). Achamos que cada um deve obedecer ao seu pastor, e aos seus ensinamentos, pois é ele quem vela pelas vossas almas, e vai apresentar suas ovelhas diante de Deus.
Agora eles não conhecem e nem usam um versículo chave que está em (1Co 11:16) “se alguém quer ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume, nem as Igrejas de Deus”.
As mulheres devem ficar caladas na igreja, sentam separadas dos homens, e nem podem cumprimentá-los. Há igreja que a porta das mulheres não é a mesma dos homens. Mas, os homens devem se cumprimentar com ósculo santo, para cumprir a bíblia.

Vejamos mais algumas aberrações:O batismo é somente no nome de Jesus, quem for ser salvo deverá vir antes para a congregação, não fazem cultos em praças nem em lares, Não fazem noivados, nem casamentos, não apresentam crianças, não podem estudar a bíblia em casa e nem preparar para pregar a palavra pois usam a revelação, só fazem oração de joelhos dobrados, podem beber socialmente bebidas alcoólicas, existem casos da perda da salvação por pecado grave, a ceia é realizada de joelhos dobrados em volta do púlpito.
Outra grande ignorância é o banco dos pecadores, para os que estão em observação, ou em prova, sentam separados dos demais irmãos. Para que todos conheçam.
Existem muitos outros absurdos, porém não vamos falar, Deus nos abençoe.
13 - Hare Krishna
No século V d.C a seita Chaitanya do movimento Bhakti, de Krishna, estabeleceu-se em Bengala. Ela é na verdade, a base do movimento Hare Krishna, essa seita tem sua origem no Oriente e se proliferou no Brasil, principalmente nos anos 80. É composto por um grupo estranho, porém, muito atraente aos jovens. Os adeptos têm seus nomes trocados por outro com significado hindu; vestem-se de mantos alaranjados e são andarilhos empenhados na venda de livros propagadores da doutrina. Abandonam seus lares para habitar com os mestres e demais adeptos do movimento. A música e a dança marcam a adoração a Krishna, e os transes extáticos, supostamente, são maneiras de atingir a unidade com divindade. O objetivo do culto seria promover esclarecimento espiritual e espalhar o puro amor de “Deus” (Krishna). Os devotos seguem um tradicional ascetismo hindu, e têm um estilo comunitário de vida, no qual os novos adeptos são submetidos diariamente à lavagem cerebral. Sua Divina Graça: - Prabhupada, é detentor do título, Sua Divina Graça, entre os adeptos do movimento; nasceu em Calcutá, Índia, em 1896. Aos 26 anos de idade, conheceu Saravasti, o qual tornou-se seu mestre espiritual. Saravasti, solicitou a Prabhupada a difusão do conhecimento védico por meio da língua inglesa, o que prontamente foi feito; em seguida, estabeceu-se nos EUA, denominda de Sociedade Internacional para Conscientização de Krishna. Essa entidade é responsável pela divulgação de toda literatura do movimento Krishna em vários idiomas. No Brasil, encontram-se à venda (1999) mais de vinte obras, duas das quais desdobram-se em 21 e 17 volumes respectivamente.
Doutrinas: - Krishna significa “o completamente atrativo” . Toda a literatura védica o apresenta como um deus extremamente belo, e desejado ardentemente pelas milhares de pastorinhas que com ele vivem. Krishna, segundo crêem seus seguidores, foi o criador sacerdotal e intelectual; xátrias, governantes e guerreiros; vaisias, agricultores, artesãos, e sudras (classe inferior). Atualmente tais castas foram abolidas oficialmente pela Constituição indiana. Panteísmo: Krishna teria outros quatro deuses assistentes: Vasudeva e Sankarsana estariam no meio, à esquerda e a direita; Pradyumma estaria à direita de Sankarsana e Anirudha à esquerda de Vasudeva. Assim estariam situadas a quatro entidades. Mantra: - Hare Significa “energia”, e Krishna é o “senhor supremo”; acreditam que quando entoam o mantra, recebem a “energia do senhor supremo”. O mantra que cantam pela manhã ou à noite andando pelas ruas e em cerimônias é o seguinte: “Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna, Krishna, Hare, Hare, Hare Rama, Hare Rama, Rama, Rama, Hare, Hare”. Crêem tratar-se da única oração que pode ser oferecida ao “senhor” em troca da sua aceitação. Lei do Carma: - Ensina que todos os seres vivos estão sujeitos a lei do carma e sofrem com a necessidade do trabalho; contudo, mas, também desfrutam dos resultados fruitivos dele. O verdadeiro devoto estaria livre de tal reação por causa da misericórdia da autoridade suprema, a personalidade de “Deus”. Os seres humanos após a morte, receberiam um corpo transcendental, próprio para a associação com o “senhor”, livre das afinidades materiais e investido de três qualidades primárias: eternidade, liberdade dos modos materiais e liberdade das reações das atividades fruitivas. Este é um pensamento dos espíritas. Jesus Cristo, Buda, e Maomé foram apenas reformadores religiosos ou arcayas que ensinaram de acordo com todas as instruções védicas, cujo objetivo é atingir a meta última da vida: voltar ao supremo. Voltar ao Supremo significa que o homem era um espírito perfeito associado ao Senhor; passando pela purgação dos renascimentos e das mortes, poderia então voltar a pura associação anterior. Na tentativa de corroborar essa idéia, citam a Bíblia em (Jo 3:1-15), passagem muito apreciada pelos espíritas por fornecer condições para uma falsa e distorcida interpretação do sublime ensinamento de Jesus em relação ao novo nascimento. Samsara: - a única diferença entre o Samsara budista e o Krishnaísta está no fato de que o primeiro é infinito – estando até os deuses sujeitos a essa lei – e o segundo finito. “Do planeta mais elevado no mundo material até o planeta mais baixo, todos são lugares de miséria onde nascimentos e mortes se repetem. Mas aquele que atinge a minha morada nunca nasce novamente” (Krishna). Corpo: - “O corpo deve ser considerado como uma condição doente. Um homem doente não pode se satisfazer adequadamente. A menos que nos curemos dessa concepção doente da vida corpórea, não podemos saborear a doçura da vida espiritual.” Alma: - Para a alma nunca há nascimento e nem morte. E, uma vez que exista, ela nunca deixa de existir. Ela é “não-nascida, eterna, sempre existente, imortal e primordial”. Vidas Em Outros Planetas: - “O universo é dividido nos sistemas planetários superior, intermediário e inferior. A terra é considerada um membro do sistema planetário intermediário. Krishna chama atenção para o fato de que mesmo que se entre no dito planeta mais elevado, chamado Brahmaloka, ainda assim vai haver repetição de nascimentos e morte. Os outros planetas do universo estão cheios de entidades vivas. Mesmo que entremos nos planetas onde reside os grandes semideuses, continuaremos sujeitos à morte. Novamente, Krishna repete que se atingimos seu planeta, não temos de voltar a nascer”. Gozo Material: - “Aquele que progrediu na vida devocional e que está saboreando o serviço a Krishna tornar-se-á, automaticamente, desapegado do gozo material. O sintoma de uma pessoa absoluta e bhakti (serviço devocional) é que ela está completamente satisfeita com Krishna”. Existem quatro regras básicas para os novos adeptos da seita. Essas regra são cruciais para o estilo de vida dentro do Hare Krishna. 1)Não Jogar – Essa regra inclui passa-tempos e exportes, não sendo permitida a prática de nenhuma espécie de jogos. E adição a isso, os devotos não pode conversar nada que não seja referente ao Movimento para a Consciência de Krishna ou à execução de suas regras. Todas as outras coversar ou leituras são consideradas mera especulação ou luxúria não permitidas; 2)Não Intoxicar- Incluem-se narcóticos, bebidas alcoólicas, fumo, café, chá ou qualquer tipo de droga. Remédio pode ser usado apenas quando absolutamente necessário, desde que não possua na composição, substância narcótica”. O mantra Hare Krishna é considerado o melhor remédio para qualquer doença do corpo. Crêem que as doenças são um aviso de Krishna para que relembrem que “esses não são seus corpos”; 3)Não Praticar Sexo Ilícito– Relações sexuais são permitidas apenas entre casados. O casamento é uma união entre dois devotos de Krishna a fim de melhor servi-lo. Se o devoto acha que servirá melhor a Krishna casando-se, então deve casar. O maior propósito do casamento é proporcionar a descendência na consciência de Krishna; 4) Não Comer Carne, Peixes ou Ovos – A comida dos devotos é preparada sob severa dieta. Em um ato de serviço, dizem. Regulamentos e oferendas são cerimonialmente prescritos. Quando em viagem ou outras circunstâncias, os adeptos podem comer apenas frutas e leite, os quais não precisam de preparação especial. Serviço No Templo: - Após os devoto ter participado do serviço obrigatório no templo, usualmente, durante seis meses, é eleito para a iniciação. É marcada a cerimônia denominada Harer-Nama- nome sagrado para a iniciação. Daí por diante, o adepto torna-se um verdadeiro escravo de Krishna.

14 - Igreja Messiânica Mundial
A Igreja Messiânica Mundial, de messiânica só tem o nome, não há qualquer referência ao nome do Messias de Israel, Jesus Cristo. Os messiânicos afirmam que, como instituição, conseguirá mudar os rumos da humanidade, levando o nosso planeta a ser o verdadeiro paraíso celestial. A (IMM) nasceu no Japão. Foi fundada por Mokiti Okada, hoje chamado de Meishu-Sama (senhor da luz) por seus adeptos. Embora a IMM alegue antiga existência, somente em 1947 foi reconhecida e oficializada pelo governo japonês, com sua sede geral na cidade de Atami, no Japão. A IMM começou a se espalhar pelo mundo. Em 1955 chegou ao Brasil, trazida por Nobu Hiko Shoda. A liderança da IMM tem sido sustentada pela família Okada, sucedendo-se diretamente pai, mãe e, e atualmente, a terceira filha do casal, conhecida e adorada por seus adeptos como Kyoshu-Sama (mestre que ensina luz). Segundo estatística, a IMM conta hoje (1999) no Japão, com mais de 700.000 adeptos e no Brasil com aproximadamente 60.000, dos apenas 156 são de origem nipônica.

Doutrinas – É proibido proibir – essa é a tese central messiânica. Tudo é lícito; tudo é válido; o homem deve fazer tudo aquilo que julga trazer-lhe realização. Nos dias de hoje muitos querem uma igreja assim: (1Co 6:12; 10:23). No conceito da IMM qualquer pessoa que lê uma publicação messiânica logo se depara com uma grande realidade: sempre que falam em Deus, associam ao Seu nome o de Meishu-Sama. Assim sendo, a divindade não é suficiente em si mesma. Há uma espécie de confucionismo nisso tudo, no que se refere a adoração de ancestrais. Veja em Sl 115:17; Ec 9:5; Mt 22:32.
Meishu-Sama é o cognome de Mokiti Okada, na verdade esse é o verdadeiro deus dos messiânicos. Usam o nome do Deus Altíssimo apenas para angariar a simpatia ocidental não conseguindo desfazer o binômio Deus- Meishu-Sama.
Purificação: - Um verdadeiro messiânico nunca deve reclamar de seus sofrimentos, visto considerarem que todos os sofrimentos vêm através de uma causa e que é através desses que o individuo consegue a purificação dos seus pecados.
Johrei – Jorei é a cerimônia especial, na qual os líderes espirituais estendem a palma da mão sobre as outras pessoas, afirmando que, com esse gesto estão libertando-as de todos os males físicos, mentais e espirituais. Afirmam que o Jorei é a canalização da luz divina, através de Meishu-Sama, como a graça divina para ajudar as pessoas a atingir o estando de consciência espiritual. Segundo os messiânicos, o Jorei pode libertar o homem de toda a miséria de sua vida.

Jesus Cristo: - Os messiânicos não falam em Cristo; nem tomam conhecimento de Sua existência. Sua seita é completamente destituída de qualquer vínculo com a Pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo.
Espírito Santo: - Os messiânicos desconhecem o Espírito Santo. Aliás, todos os valores cristãos e bíblicos não constam na fé messiânica, o que a caracteriza como falsa.

Considerações finais: - O grande e rápido desenvolvimento dos messiânicos deve-se ao facílimo pregado e sobretudo a falta de exigências para que mudem ou deixem seus costumes vícios e a própria religião. Pregam uma religião na qual só se recebe; a única coisa que realmente deve ser dada é as ofertas voluntárias. Esse é o tipo de religião que agrada; choca-se, porém, literalmente com as palavras de Jesus.
15 - Seicho-No-Ie
O movimento Seicho-No-Ie é uma mistura mal feita de xitoísmo, budismo e cristianismo. Afirma-se a harmonia entre todas as coisas do universo e a reunião de todas as religiões. Ensinam que o cristianismo, na Judéia, o budismo, na Índia e o xintoísmo no Japão (que venera miríades de deuses) são manifestações do Deus absoluto Amenominalkanushi. Declaram ainda que todas as religiões tenham por base fundamental a verdade única de que os homens são filhos de Deus. Por fim, concluem que a missão da Seicho-No-Ie é transmitir essa “verdade” única, iluminando e vivificando todas as religiões; completaria os ensinamentos de Cristo e de Buda, pois segundo crêem, não estão ainda suficientemente esclarecidos. O emblema da Seicho-No-Ie é constituído de três partes: a externa com os raios e o sol, símbolo do xintoísmo; a branca, parecida com a cruz suástica, é a lua, símbolo do budismo e a interna, em forma de cruz com as pontas picadas, é a estrela, símbolo do cristianismo. Dessa forma, têm-se os três astros representados – sol, lua e estrela – símbolos do universo. Seu próprio símbolo traduz sua pretensa finalidade: harmonizar todas as coisas do universo e reunir todas as religiões. A Seicho-No-Ie foi fundada por Masaharu Taniguchi membro da Omotokyo, nascido em Kobe, no Japão. A Seicho-No-Ie afirma que é possível dominar as doenças e os sofrimentos por meio dos ensinamentos propostos pela seita.
Possui uma sede moderna em Tóquio, na qual há símbolos que representam a unidade de todas as religiões. Tem à disposição dos seus adeptos variada literatura à venda.
Após ter escrito o livro crítica a Deus, no qual Judas Iscariotes é apresentado como herói, Masaharu Taniguchi afirmou ter recebido uma “revelação”, base para a Revista Seicho-No-Ie, (que significa “lar do progredir infinito”). Foi publicada em 1930, marcando o início do movimento Seicho-No-Ie propriamente dito, cuja propaganda, a princípio era de que se tratava do movimento de iluminação da humanidade.
Em 1932, Taniguchi lançou o livro A Verdade da Vida, obra que contém a filosofia do movimento, hoje (1999) com mais de 12 milhões de exemplares vendidos. Taniguchi publicou mais de 300 livros, nos quais, cura milagrosa sempre figurou como ensinamento principal.
A partir de 1936, Taniguchi visitou diversos países e implantou o movimento em alguns deles, inclusive, no Brasil, no qual recebeu o nome de Igreja Seicho-No-Ie do Brasil. Hoje (1999) espalhada por quase todos os estados do Brasil. Geralmente as pessoas que a procuram objetivam curar-se de diversos males.
À semelhança de outras seitas, a Seicho-No-Ie tem sua doutrina baseada no plano material (saúde, dinheiro, bem-estar, etc.). Quando invocam o lado espiritual, fazem-no com a finalidade de trazer benefícios materiais, pois o corpo é o mais importante.
Deus: - “Amenominalkanushi é o deus absoluto. As demais religiões o conhecem por diversos nomes, mas na realidade todas as crenças e todos os deuses levam a ele”. (ver Is 44:8; 45:22; Jo 4:24; 1Co 14:33).

Salvação: - “ser verdadeiramente salvo é compreender porque a doença se cura; porque é possível ter uma vida financeira confortável e porque se pode estabelecer harmonia no lar” (acendedor nº 71) (acendedor era uma Revista publicada pela seita, assim como é a Fonte de Luz!!!). (ver Mc 5:34; Jo 4:42;Ef 2:5-8; 5:23; 2Tm 2:4).

Céu: - o Reino dos Céus, segundo ensinam, é aqui na terra. Afirmam que o homem pode viver um “Reino do Céu” desde que compreenda que não existem doenças, males, dores, etc. (ver Jo 1:51; 3:3; Hb 1:10; Ap 21:1).
Pecado: - “Segundo crêem, não existe, assim como as doenças, os males e a morte. Tais coisas seriam ilusões da mente, sem existência real, porque Deus as criou”. (ver Jo 1:29; 9:31; Rm 5:13; 1Co 15:17).
Carma: - A Seicho-No-Ie crê na mesma forma que os espíritas, só que esta seita é como um supermercado onde se encontra de tudo à gosto do freguês, misturam as doutrinas espírita, católica, evangélica (muito pouco), budista, xintoísta, dentre outras.
Dentre os “testemunhos” publicados em sua revista, encontramos o de uma jovem que sofria de perturbações e, supostamente, ficara curada depois de ler uma prece da Seicho-No-Ie para o espírito da sua avó ...

Perfeição: - Dizem que o homem é perfeito: “a mente em ilusão cria, pela imaginação, um estado completamente diferente do estado perfeito e harmonioso do Jisso”. (Leia Sl 119:96; Cl 1:28; Hb 6:1).
Jisso: - “É a realidade perfeita criada por Deus; a verdadeira existência; a natureza verdadeira do ser o aspecto verdadeiro e perfeito do homem. O Jisso não se revela aos nossos sentidos”. Dessa forma, ensinam que o homem é perfeito, bastando a ele compreender sua condição!

Shinsokan: - “É uma oração; uma prece meditativa; uma prática espiritual, através da qual nós nos edificamos e nos tornamos um com Deus (com a perfeição, com o Jisso).
Fitamos a perfeição (Jisso) do verdadeiro eu, aprofundamos a convicção: sou filho de Deus; e também purificamos o nosso ser, eliminando todos os pensamentos e sentimentos irregulares, tais como ódio, tristeza, mágoa, ciúme, cobiça, complexo, etc. que estão açulados no nosso subconsciente. Conseqüentemente, aparecem a “saúde e a felicidade”. Caracteriza-se aí, perfeitamente, o pensamento estóico no qual o homem pode tornar-se incessível aos males físicos pela obediência irrestrita as leis do universo.
“Purificamos o nosso ser eliminando todos os pensamentos e sentimentos irregulares”.
Comparando o trecho acima, com a bíblia, percebemos que a doutrina é o oposto do que nos ensina a palavra: (1Jo 1:9).

Rencarnação: - “A morte não significa o fim do homem verdadeiro. Significa que a alma do homem, sabendo que o corpo material, o qual neste mundo lhe servia como veículo e instrumento, já chegou ao limite de tempo de uso e não pode mais ser considerado. Abandona-o e parte, a fim de mudar para outro instrumento”. (Leia Hb 9:27).

Oração: - Existe oração para tudo. São preces, em sua maioria, escritas por Taniguchi. Há preces para encontrar a futura esposa; curar doenças; resolver problemas, etc. Dessa maneira, o valor está na prece em si, e não na pessoa a que ela é dirigida. Normalmente, dirigem suas orações a “Deus”, contudo, não se trata do nosso Deus, pois as intenções com que elas são feitas não se coadunam com o pensamento bíblico. (Ver Lc 11:1; Jo 14:13;15-16; Rm 8:26).

Lei da Causa e Efeito: - Afirmam que os males e os sofrimentos em geral ou são projeções da mente, ou tem uma causa primária. No primeiro caso, bastaria se livrar dos maus pensamentos ou das ilusões para que os tormentos desaparecessem; no segundo, um “obreiro iluminado” da Seicho-No-Ie precisaria ajudar a descobrir a causa e, assim, os males seriam eliminados. Um exemplo relatado em uma de suas revistas foi o de uma mulher que sofria com dores de ouvido desde criança. Médicos, remédios e até mesmos igrejas não conseguiram cura-la. Numa reunião Seicho-No-Ie, foi lhe dito que algum tempo, não aceitara um conselho de alguém mais experiente. A mulher se lembrou de uma tia, antes de falecer, aconselhara-lhe a não namorar um determinado rapaz, contudo, não aceitara o conselho. Após chegar a conclusão que aquele era o motivo do problema, a solução encontrada foi a seguinte: teria que ler alguns textos “sagrados” da Seicho-No-Ie para o espírito daquela tia. Aquela mulher cumpriu tudo o que lhe foi imposto, crendo que, uma vez realizada a missão, estaria curada. Cremos que tal relato, muito agradável aos espíritas, sequer merece comentário.

A Mente é a Força Criadora: - “Há poder infinito na mente, que tanto pode criar (imaginar) as coisas negativas quanto às positivas.”
Acreditam na existência de dois egos ou duplo eu: um positivo e outro negativo; o primeiro deve lutar sempre para superar o segundo. O positivo seria o verdadeiro aspecto do Jisso, enquanto o negativo seria criado pela ilusão da mente.

Mestre: - Taniguchi é sempre considerado o “mestre”. Suas palavras seriam infalíveis e iluminadas, por isso, transformadas em doutrina da seita. Taniguchi dizia-se a trombeta de Mateus 24:31. Segundo ele, os que se reúnem ouvindo o langor dessa trombeta é os anjos do céu, os quais têm a missão de reunir os escolhidos, espalhados pelos quatro cantos do mundo. (Acendedor 42).

Missão Sagrada: - É o ato de assinar o próprio nome em um livro chamado Registro Espiritual, comprometendo-se a contribuir financeiramente para o Movimento de Iluminação da Humanidade. Esse livro é enviado ao Japão e depositado na “arca sagrada” para receber diariamente as supostas vibrações da luz das orações shinsokan e kanro no hoou, na igreja matriz do Japão. Dessa forma são prometidas àqueles que se tornam membros da missão as “benéficas” orações da igreja matriz: graças; saúde, harmonia no lar, prosperidade, etc.

Acendedor: - É a revista da Seicho-No-Ie. Acreditam que traga felicidade, luz do amor, da sabedoria e da prosperidade. Nela, Taniguchi registrava uma mensagem para cada dia do mês, e seus “apóstolos” deram continuidade a essa tarefa, através da qual disseminaram sua doutrina.
Tanto quanto a Testemunha de Jeová, a Seicho-No-Ie faz campanhas para que sua literatura alcance o maior número possível de pessoas. Para isso, divulga-a em lares, vende-a em banca de jornal, livrarias, etc. dedoin é a pessoa que vende as publicações.

Considerações Finais: - A paz mundial, os milagres, a felicidade e o paraíso terrestre são preocupações máximas de seus adeptos. Conforme afirmamos anteriormente, a Seicho-No-Ie é um verdadeiro “armazém” preparado para atender a todos.
Queimam incenso; citam passagens bíblicas; crêem no nirvana (à semelhança dos budistas); enfim, é uma salada diabólica que, infelizmente, tem enganado muita gente! (ver Lc 16:13).
 
16- HinduismoÉ uma religião de cerimônias e observações rituais e tem como base adoração de plantas e animais, entre outras coisas. Seus adeptos chegam a 800.000.000 em todo o mundo, a maior parte deles 83% vive na Índia. 1.000.000 estão nos (EUA). Fazem sacrifícios não com o propósito de agradar os deuses, mas julgando que alcançarão poderes sobrenaturais.
Pela sua relação com todos os aspectos da vida, o hinduismo tem mais expressão social que propriamente religiosa. Modela toda a estrutura social dos atos comuns da vida diária, incluindo a literatura e a arte em geral.
É uma religião popular que não reconhece a verdade final nem revelação universal; religião politeísta, sem credo único, da qual a maioria dos seus adeptos nada conhece senão seus rituais e práticas. Nesse aspecto, é semelhante ao chamado “baixo espiritismo”, praticado no Brasil, no qual os fieis, pelo místico medo do sobrenatural, ouvindo os conselhos dos mais velhos, lança-se à prática da religião aconselhada.
O ensino do hinduismo a respeito de Deus não confere com os ensinamentos da bíblia. Não estão de acordo com o que os profetas de Israel, do Antigo Testamento, falava a respeito d´Ele, tampouco com os ensinos de Jesus Cristo ou dos apóstolos no Novo Testamento.
As escrituras sagradas afirmam que de Sem, Cão, Jafé, filhos de Noé, descendem todos os homens da terra. Se tivermos todos uma mesma descendência comum, devemos admitir que os povos orientais, dentre eles os hindus, estão afastados de Deus pela desobediência a seus preceitos, os quais eram conhecidos pelos seus antepassados.
O Hinduismo, religião popular da Índia, Paquistão, Ceilão e Birmânia. No Nepal é a religião oficial com 89% da população. Foi iniciada estima-se em cerca de dois mil anos antes de Cristo, sendo por isso a religião organizada mais antiga do mundo. (Moisés nasceu em 1526, libertou do Egito Israel em 1446 a.C).
É a terceira maior popular da terra. Não tem uma matriz, nem uma cidade santa (Jerusalém, Meca). Também não há um credo formal, ou um conjunto de crenças, isso faz o encantamento deste segmento. É como fosse uma religião de um “decorador”.
Eles têm varias facetas, você adora o que, ou quem você quiser, o que interessa é libertar-se da matéria, ou do mundo como o vemos. A idéia é eliminar qualquer vinculo como o plano material de existência e compreender como você se relaciona individual, pessoalmente como o todo espiritual. Historicamente os dois mantras (cantar ou repetir certas palavras para invocar a presença de um deus) do hinduismo são: “Tudo é Um” e “Tudo é Deus”.
Não existe uma definição de quando foi fundada, ou mesmo quem a fundou, só sabemos de suposições de arqueólogos após escavações, nas regiões onde a quatro mil anos existia uma civilização muito desenvolvida, conhecida como os Mohenjo-Daro, que florescia no vale do rio Indo, no noroeste da Índia. Eles eram conhecidos como os dravidianos, e eram provavelmente pacifistas (não há evidencia de armas). A palavra Hindu provém da Sânscrita Shindu, cujo significado é rio, e mais especificamente o rio Indo.
Isso aparentemente fez com que os dravidianos se tornassem presa fácil dos invasores arianos, que como se acredita vieram da Pérsia (Irã) em 1500 a.C. Esses invasores basicamente incorporam a cultura dravidiana á deles. As práticas religiosas dos arianos foram misturadas com aquelas dos dravidianos, produzindo esses princípios fundamentais: crer na reencarnação; adorar a um grupo diversificado de deuses, os quais tinham várias formas; crer na essência da unidade espiritual da humanidade.

16.1- As primeiras escrituras HindusA religião ariana era expressamente por meio de hinos, orações e cânticos, e reunida em textos sagrados conhecidos como vedas. A literatura védica foi composta entre 1400 e 400 a.C, e foi passado adiante ao longo dos séculos até que finalmente foi escrita no século XIV d.C. A língua falada dos arianos era sânscrita, como também era a língua dos vedas (considerada a língua dos deuses). Vedas é uma palavra sânscrita que significa “conhecimento” e trata-se das escrituras sagradas dos hindus. Os hindus consideram que os vedas foram inspirados sobrenaturalmente.
No inicio a adoração no vedismo era manifestada por meio de rituais e de sacrifícios a muitos deuses, mas posteriormente essa religião tornou-se mais panteísta (pan, que significa “tudo”, e Téo é “Deus”), resumindo panteísmo é: Deus é o mundo, e o mundo é Deus.
À medida que o hinduismo se desenvolvia, a maioria das primeiras divindades desapareceram, e foram trocadas por três deuses principais:

Brahma - este é o deus principal, conhecido como “absoluto pessoal”, e a “realidade final”. Este tornou – se tão importante que por volta de 1000 a.C, apareceu uma nova ordem sacerdotal os “brâmanes”.

Vishnu - Este é o deus de apu, campeão de todas as boas causas, ele governa os céus e é o preservador da terra. Vishnu segundo George Braswell, especialista em religiões, foi comparado ao conceito cristão de Deus. Ele toma formas humanas (conhecida como avatar); a mais popular de todas é Krihna.

Shiva – O terceiro deus dos trimúrti (três principais deuses) que desempenha muitos papéis, inclusive o de criador e de destruidor. Este significa o ritmo do eterno ciclo de vida e morte do universo. É um ídolo (imagem) hindu popular, representado com quatro braços.

16.2 - A roda da desfortunaEmbora as filosofias do hinduismo possam variar muito, há duas crenças que com certeza serão mencionadas sempre que você conversar com um hindu: reencarnação e carma.

Reencarnação - Os hindus acreditam que há dois tipos de alma. A individual conhecida como atmã, que é eterna e não criada. E a alma universal, o brâman. Um dos maiores objetivos do hinduismo é a união da alma individual com a universal para, desse modo, tornar-se um com a “realidade última”. Para isso acontecer, o atmã precisa morrer e nascer novamente, depois de algum tempo e em corpos diferentes neste mundo (alguns acham que podem voltar como um animal ou uma planta). Este circulo de morte- nascimento é chamado de reencarnação, ou a “transmigração da alma”. Em termos hindus é chamado de samsara.
O objetivo final do hinduismo é se libertar da roda da desfortuna por meio da união com a Alma Universal. Esse processo é chamado moksha. Como isso acontece? É aí que entra o carma.

Carma - A lei do carma não diz respeito às boas e as más ações (carma bom , ou o mau). Quanto melhor o carma que você puder produzir, mais chance você tem de conseguir a liberdade do pesadelo da reencarnação. Contudo, se a alma individual produz mais carma mau do que bom. Então essa pessoa está destinada a voltar e reencarnar como um inseto ou coisa pior. A má noticia do carma mau é que você carrega para próxima vida. No entanto, o carma bom também é carregado para outra vida. Portanto, há motivação para produzir boas obras.
O anseio maior de um hindu é alcançar um moksha, que é ficar livre da samsara, quando se une ao brâman. Isso acontece quando se tem mais carma bom do que mau. E existem três caminhos para adquirir o carma bom, chamados margas que são: o caminho da atividade (carma marga) = É resumido como o mais popular, pois é tido como dever diário de todo bom hindu. É adorar deuses, espíritos, ídolos nas cerimônias no templo ou em casa.
Caminho do conhecimento (jnana marga) = Este é menos popular , pois é um pouco mais místico e mais difícil. É baseado na crença de que é possível experimentar a crença da unidade da alma individual com a alma universal por meio da pratica da meditação do yoga.
Quando ouvimos essa palavra yoga imaginamos uma inocente prática de relaxamento e alongamento entremeados com alguns mantras para se ter um bom ritmo. Porém a intenção é outra há quatro estágios por meio dos qual o individuo precisa passar para completar o caminho do conhecimento, e todos eles requerem um guru.
Estágio um é o do estudante = Aqui o jovem hindu estuda os vedas (a escrituras sagradas dos hindus inspirada sobrenaturalmente), especialmente o unipanixade (a última literatura védica).
Estágio dois é o do chefe de família = isso acontece quando o homem se casa e constitui sua família.
Estágio três é o do habitar na floresta = Se um homem quer continuar o caminho do conhecimento (escolha pessoal), ele deve doar sua propriedade para a família, pedir para que seus filhos homens cuidem da esposa e ir para a floresta. Deve encontrar um guru e devotar-se à meditação longe das distrações do mundo.
Estágio quatro é o do ascenticismo = Aqui o hindu já aprendeu tudo o que podia com guru e está pronto para praticar Ioga sozinho.
O Ioga fornece ao hindu o método para alcançar a liberdade. A postura cabeça ereta, coluna reta, e controle da respiração, permitem que o hindu alcance a concentração suprema. O hindu por intermédio do olhar fixamente alguns símbolos sagrados e do recitar certos sons sagrados, aproxima-se da união mística com o absoluto, a alma do mundo.
O caminho da devoção (bhatki marga). Essa é a crença mais popular e prática do hinduismo, pois você escolhe seu próprio deus, e há milhões deles. (330.000.000 de deuses). A escolha mais comum é Vishnu o deus das encarnações, e o deus encarnado (avatar) mais popular é Krishna.
Essa cultura é necessário aprofundarmos mais e dar a importância que se faz necessário, pois acreditamos que muitos filmes, desenhos animados, novelas, e peça teatral tem um fundo esotérico, e se baseiam nas crendices do hinduismo. Proteja sua família, saiba de onde vêm as culturas que entram na sua casa.

17 - BudismoTudo começou no século VI a.C., com o nascimento de Buda, que na época era conhecido como Sidarta Gautama. Na verdade qualquer budista, preexistente reconhece que o nascimento é apenas a continuação de um ciclo, e buda falou sobre sua experiência passada. Portanto, teoricamente falando, a história começou muito antes do século VI a.C., vamos explicar mas, sem muitos detalhes.
Os que pais estavam esperando um filho eram os governantes de um pequeno reino conhecido hoje como Nepal. Eles tiveram indícios de que esse não seria um bebê comum, até mesmo para a realeza. Primeiro na noite em que a criança foi concebida, a mãe teve uma visão de um elefante branco (o sinal de um ser excepcional) entrando em seu ventre. A seguir, antes do nascimento, um astrólogo fez a seguinte predição: o bebê viria a ser um proeminente governador mundial, ou, se testemunhasse enormes sofrimentos, ele se tornaria um grande líder religioso.
O pai de Sidarta queria que fosse um grande líder mundial, portanto fez de tudo que estava ao seu alcance para afastado do mundo. Portanto ele cresceu atrás dos muros do palácio sem conhecer o mundo lá fora. Casou com uma princesa de uma outra religião, mas o namoro e o casamento ocorreram dentro dos muros. Sua vida luxuosa era muito boa para qualquer pessoa menos para ele.
Aos 29 anos, quando já tinha esposa e filhos, ele persuadiu seu cocheiro para levá-lo a dar uma volta pelo vilarejo que ficava além dos muros do palácio. Nesse breve passeio ele viu um homem idoso; um homem doente; um corpo sendo levado para cremação; um homem andarilho e santo. Esses “quatro sinais” o levaram a começar a pensar sobre o envelhecimento, a doença, a morte e o significado da vida. Ao conhecer a dura realidade da vida não conseguiu mais viver na extravagância do palácio.
Após um conflito interior para harmonizar as realidades da vida com sua riqueza e privilégios, separou-se de sua família, raspou a cabeça e começou a levar uma ao relento na floresta (a grande renuncia). Enquanto estava na floresta, ele encontrou dois homens santos que lhe ensinaram a meditação. Na esperança de encontrar uma dimensão espiritual, decidiu iniciar um longo e rígido jejum até que pudesse “sentir a coluna vertebral atrás de seu estomago”.
Apesar da privação física, ele não conseguiu obter a iluminação espiritual que almejava. Ele continuou com este estilo de vida austero e ascético por seis anos, mas não teve nenhum lampejo espiritual. Por fim, decidiu meditar embaixo de uma figueira e permanecer estático em um ponto até que obtivesse a resposta de sua busca.
Durante a noite, enquanto dormia na posição de lótus, com as pernas cruzadas, ele travou uma batalha interna com Mara (personificação da mudança, da morte e do mal). Pela manhã, Mara foi derrotado, e Sidarta acordou em um estado de grande iluminação e compreensão da verdade de como as coisas realmente são. Em seu “despertar”, ele percebeu que o melhor caminho espiritual é o caminho do meio, situado entre os extremos do negar a si mesmo e da auto-indulgência.
Sidarta passou a pregar o caminho do meio, fez peregrinações por todo o país, anunciando a sua mensagem. As pessoas que o escutava sentiam o esplendor e autoridade de sua fala, e passaram a designá-lo de “O Buda” (o iluminado). Morreu com 80 anos em paz, com aceitação calma da morte, pois sabia que estava entrando em um estado de Nirvana. (é o estado final de liberação do ciclo relacionado à vida com sofrimento)

17.1 – Caminho do meioEstes são os preceitos básicos da iluminação, que são quatro verdades nobres:
Verdade nobre número um: A vida é apenas sofrimento. A vida é dura. A existência é dolorosa. E como a reencarnação mantém o ciclo contínuo de nascimento-vida-morte, o sofrimento não pára com a morte.
Verdade nobre número dois: A causa do sofrimento é o desejo e a cobiça. Há três raízes más: desejos, ódio, e ignorância. O desejo e a cobiça são anseios que promovem o ódio nos outro se nossa ignorância em relação à verdadeira realidade. Portanto, esse anseio egoísta está na raiz de todo sofrimento.
Verdade nobre número três: Há um caminho para sobrepujar nosso desejo e cobiça. As “três fogueiras” da cobiça, do ódio, e da ignorância podem ser “apagadas”. Uma pessoa pode transcender o mal e entrar no estado de nirvana, a maneira de encerrar esse ciclo de sofrimento.
Verdade nobre número quatro: O caminho da felicidade e do alívio do sofrimento é um processo de oito passos. Ou caminho nobre óctuplo.
A qualidade da Sabedoria, que requer: Compreensão correta; Pensamentos corretos;
A qualidade da disciplina mental, que requer: Esforço correto; Diligência correta; Concentração correta.
A qualidade da conduta ética, que requer: Fala correta; ação correta; sustento correto.

17.3 – O Caminho do NirvanaAs duas ramificações do budismo, embora existam algumas distinções, os budistas usualmente não afirmam que um caminho é correto e todos os outros são equivocados. (essa tolerância pouco comum se estende até mesmo para as outras religiões), bastam compartilhar as seguintes idéias em comum:
Samsara: A vida consiste de três componentes: sofrimento, mudança e ausência de uma alma eterna que sobrevive de forma independente depois da morte.
Renúncia: A realidade verdadeira da vida diz respeito a renúncia da vida como a conhecemos e acreditamos que ela seja. Sem percebermos desejamos uma vida que não existe.
Reencarnação: A filosofia de que nada é permanente aplica-se a morte. Esta é apenas parte do processo de mudança. O que você considera como uma pessoa na realidade não passa de uma corrente de vidas. Os mortos nascem novamente e seu estado na hora da morte é importante para determinar o estado do renascimento.
Nirvana: É o estado final de liberação do ciclo relacionado à vida com sofrimento. A maior parte das vezes não é possível descreve-lo.
Mais Budas para vir: Sidarta Gautama foi o primeiro, mas não o único buda. Quando outras pessoas alcançarem o estágio da iluminação, elas passarão a ser também.

17.4 – As Três JóiasO budismo não tem muitas regras ou regulamentos doutrinários, mas sim três princípios fundamentais na qual a religião é baseada. Esses são Tiratna, conhecidos como as três jóias, são crenças preciosas e valiosas.
A primeira jóia: Buda = Ele encontrou o caminho para a iluminação e ensinou às outras pessoas.
A segunda jóia: darma = Esse é um ensinamento sobre o caminho verdadeiro das coisas.
A terceira jóia: sangha = Essa é a comunidade de monges, monjas e leigos que praticam e promovem o darma.
É comum para os budistas fazer analogia das três jóias com o simbolismo médico. Buda é o médico, darma é o remédio e sangha é a enfermeira que administra o remédio.

17.5 – Medite sobre estes pontos:
Não é obrigatório meditar na posição de lótus (sentado, pernas cruzadas), que é a mais difundida, mas em pé não é errada, também usada por vários segmentos budista.
A meditação é a prática central da religião para os budistas. Ela é o processo por meio do qual buscam a compreensão da verdade sobre a natureza da realidade. É o meio para se obter o darma.
A meditação não deve ser considerada a oração equivalente do budista. Em outras religiões, a oração é o processo de conversar com Deus e invocar o envolvimento de Deus na vida de quem ora. Porém para a surpresa de muitos a meditação budista é para despertar a fonte do poder espiritual existente no interior no interior deles (“natureza buda interior”)
A forma Zen não é a forma mais popular de budismo nos (EUA), mas é a de maior notoriedade. A palavra Zen significa grosseiramente “meditação”. E pode se fazer arranjo de flores, varrer folhas, escrever poesias, sempre uma atividade tranqüila que liberta das coisas mundanas.

17.6 - Resumindo tudo sobre o budismo
Deus
– Não há nenhum Deus absoluto, buda não negou a sua existência, mas disse que a sua existência não era particularmente importante.
Humanidade – Não existe o “eu” somos apenas ficções. Cada um de nós é uma recorrência continua que parece ser uma pessoa nesse momento do circulo.
Pecado – Ele não é um problema, mas a ignorância é. Essa mantém a roda da ilusão da existência rodando e impede a realização de um ideal.
Salvação e vida após a morte – O círculo contínuo de reencarnações finda quando o individuo consegue libertar-se da noção do “eu”. Algumas pessoas conseguem chegar ao estado de nirvana, mas se recusaram a entrar para poder ajudar outras pessoas a alcançá-los (são os bodisatvas, ou aspirante a buda, ex: Dalai-lama, no Tibete).
Moral – Embora não haja penalidades rígidas para as violações, seguir os cinco preceitos budistas: não matar; não roubar; não ter relações sexuais ilícitas; não usar linguagem abusiva; não usar álcool ou drogas). Os monges obedecem a essas e outras.
Adoração – Embora nenhum deus seja adorado, há reverência por buda, pois ele representa a vida santa e trouxe os ensinamentos da verdade. Mas apenas diante da imagem.
Jesus – Ele não tem mais relevância do que qualquer outra pessoa.
Como podemos ver tem tudo de bom na teoria, melhor que as religiões que conhecemos, porém trata-se de mais um engano.
 
18 – Maçonaria
Basicamente, a maçonaria é uma sociedade secreta de fins filantrópicos e humanitários, com uma filosofia religiosa semelhante ao deísmo inglês do começo do século XVIII.
É lógico entretanto, que ela já se dividiu de tal forma que não existe hoje um padrão maçom que possa ser aplicado a todas as suas divisões. Conseqüentemente, a definição de maçonaria dependerá do país no qual é praticada, da filosofia própria de cada uma de suas divisões ou ainda do conceito que se lhe atribui.
É religião?
Para muitos de seus adeptos, a maçonaria não é uma religião; entretanto, há correntes e autoridades maçônicas que se referem a ela como tal. Do dicionário de Maçonaria tiramos a seguinte definição, na qual fica claro o seu aspecto religioso:
É um sistema sacramental, como todo sacramento, tem um aspecto externo e visível, consistente de seu cerimonial, doutrina e símbolos, e outro aspecto interno, mental e espiritual, oculto sob as cerimônias, doutrina e símbolos, e acessível só ao maçom que haja aprendido a usar a imaginação espiritual e seja capaz de apreciar a realidade velada pelo símbolo externo.
A maçonaria não é igreja; contudo, é inegável e insofismável seu aspecto religioso. Exige dos candidatos a crença em Deus, e na imortalidade da alma, o que inclui a existência futura.
Chama Deus de o Grande Arquiteto do Universo e em suas reuniões ensinam principalmente a prática das boas obras, através das quais aguardam a salvação. Seus adeptos procuram atingir um padrão moral acima das demais pessoas e crêem que isso lhes garantirá condições para a vida eterna.
Analisando a maçonaria à luz das Sagradas Escrituras, chega-se à conclusão de que não é cristã; é deísta e racionalista. Muitos cristãos, confrontando-a com a Palavra de Deus, incluem-na entre as religiões e seitas falsas. Procuramos, ainda que resumidamente, mostrar a incompatibilidade entre o cristianismo bíblico e tal sociedade secreta.


Histórico
A maçonaria surgiu em meados do século XVII, no momento em que as associações de pedreiros livres da Inglaterra deixavam de ser simples associações profissionais para admitir como membros honorários elementos da nobreza e do clero anglicano, dentre outros profissionais liberais.
A palavra maçom vem do francês e etimologicamente significa “pedreiro” (o que trabalha com pedras).
Seus princípios básicos no início eram: tolerância religiosa; fé no progresso da humanidade, fé em deus; certo racionalismo, que excluía as formas exteriores da religião organizada (como a Igreja); aversão ao sacerdócio oficial, à fé em milagres, etc.
Essa organização social dos pedreiros livres, imediatamente, deu origem a mais ou menos 1.700 lojas ou oficinas, como são chamados os locais de reunião da maçonaria.
Em 1730 os ingleses introduziram as lojas nos EUA, onde está concentrado o maior número de maçons do mundo.

Tendências maçônicasExistem no Brasil pelo menos três tendências básicas da maçonaria: filosófica, política e esotérica. Em algumas lojas, a preocupação maior é com os ensinamentos filosóficos, principalmente os de cunho ético e moral; em outras, as questões políticas são enfatizadas principalmente no que se refere à troca de influências. É muito comum, por exemplo, a busca de adeptos que ocupem postos na administração municipal ou em posições de destaque na comunidade. Grande número deles pertence a clubes de serviço como o Rotary e Lyons.
Em grande número de lojas, principalmente nas iniciações (passagem de graus) e nas datas festivas, é comum perceber-se a influência das crenças esotéricas. As doutrinas da reencarnação, assistência de espíritos de falecidos durante as reuniões, predestinação e tantas outras de cunho esotérico são muito citadas, embora, oficialmente, tal prática não seja permitida.
Há entre os maçons de qualquer tendência um forte espírito de solidariedade e beneficência. Ajudam e mantêm asilos, orfanatos, escolas e contribuem anonimamente em situações críticas, quer de indivíduos, quer de comunidades.
Naturalmente, a crença de que as obras contribuem para aperfeiçoar o espírito e ligá-lo mais fortemente ao Grande Arquiteto do Universo está embutida nessas ações.

Os segredos maçônicosMuita lenda e superstição gira em torno da maçonaria. Os maçons não estão preocupados em desfazê-las, pois lhes agradam a idéia de serem vistos como pessoas misteriosas superdotadas, anormais, diabólicas ou coisas semelhantes. Riem daqueles que fazem mistério em torno da organização, e se divertem da ignorância dos profanos (nome dado aos não-maçons).
Os segredos maçônicos constam de símbolos, alegorias, ritos, cerimônias, sinais de identificação, dogmas religiosos, doutrina filosófica, os quais já foram ocasionalmente revelados. O maior segredo do qual um neófito toma conhecimento ao penetrar na maçonaria é saber que, na realidade, não se trata de nada daquilo que pensava.
Os altos segredos, de um modo geral, são ritos, dogmas e mistérios tirados do judaísmo e do paganismo babilônico e egípcio que, misturados no caldeirão maçônico, dão um caldo semelhante ao ingerido pelas sociedades espiritualistas ligada à Nova Era.
A maçonaria, para defender-se, afirma que fora dela também há o secretismo; é bom observar, entretanto, que há diferença entre um assunto secreto e um privativo. Numa família, firma ou igreja, por exemplo, pode haver assuntos privativos, os quais mudam, contudo, são secretos e firmes.

A estrutura da maçonaria
No Brasil são três grandes organizações maçônicas: O grande Oriente do Brasil (a mais antiga), as Grandes Lojas e as Grandes Lojas Independentes. A maçonaria é organizada em ritos, os quais são divididos em graus. O rito escocês, o mais comum, tem 33 graus.
Os 33 graus do rito escocês são conhecidos por números ou títulos. Os do York são conhecidos apenas por títulos.

Juramentos
Para cada grau da maçonaria há um juramento específico. Muitas vezes os maçons confundem suas juras com as promessas evangélicas. O fato é que o maçom jura não revelar coisas que ainda nem conhece.
Ritual de iniciação para o 1º grau
A maçonaria elege seus membros conforme certas exigências morais, aceitando-os depois de terem passado por um rito de iniciação que, assim como outros ritos e certos símbolos, são mantidos em segredo.
É posta uma venda nos olhos de aprendiz que, com vestes especiais é conduzido à porta do templo, no qual afirma, dentre outras coisas, ser um profano que está vindo para a luza da maçonaria. Só um ano depois pode aspirar à eleição a companheiro, na seqüência a mestre, dentre outros:
Assim, semelhantemente, se sucedem os rituais para cada grau. A carreira do maçom completa-se após passar pelos 33 graus da iniciação, no rito escocês, que é o mais comum, compreendendo as maçonarias inglesas, francesas e a latino-americana na ordem a seguir: 1) Aprendiz; 2) Companheiro; 3) Mestre; 4) Mestre secreto; 5) Mestre perfeito 6) Secretário íntimo; 7) Intendente dos edifícios; 8) Mestre em Israel; 9) Eleito dos novembro ilustre eleito dos quinze; 10) Ilustre eleito dos quinze; 11) Sublime cavaleiro eleito; 12) Grão-mestre arquiteto; 13) Real arco; 14) Grande eleito; 15) Cavaleiro do Oriente; 16) Grande conselheiro (príncipe de Jerusalém); 17) Cavaleiro do Oriente e do Ocidente; 18)Soberano príncipe rosa-cruz; 19) Grande pontífice; 20) Venerável grão-mestre (soberano da maçonaria); 21) Cavaleiro prussiano ou noaquita; 22) Cavaleiro real machado ou príncipe do Líbano; 23) Chefe do tabernáculo; 24) Príncipe do tabernáculo; 25) Cavaleiro da serpente de bronze; 26) Escocês trinitário ou príncipe de Mercy; 27) Grande comendador do templo; 28) Cavaleiro do sol ou sublime eleito da verdade; 29) Grande escocês de Santo André da Escócia ou grão-mestre da luz; 30) Grande inquisitor, ou cavaleiro Kadosch, ou cavaleiro da águia branca e negra; 31) Grande inspetor comendador; 32) Sublime príncipe do real segredo; 33) Soberano grande inspetor-geral
C
ulto
O 2º código maçônico declara que o verdadeiro culto a Deus consiste nas boas obras. No ritual para o candidato a mestre maçom (grau 3), o venerável abre e encerra o trabalho em nome de Deus e de um padroeiro, no caso, São João da Escócia. É latente a blasfêmia em unir o nome de Deus ao de um santo padroeiro.

OraçõesFazem orações, mas não em nome Jesus como ensina a Bíblia, tampouco fazem citações a Ele ou menção ao Seu nome. Parece que nunca leram João 14.13.
“E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho.”
Por que um verdadeiro cristão não pode ser maçom?
1) A maçonaria ensina que as boas obras podem levar o indivíduo a atingir um padrão tão elevado de moral, pureza e justiça que, ao morrer, ingressaria na loja celestial. Isso contradiz a Palavra de Deus. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (Efésios 2.4-7)
2) A maçonaria exige que se jure previamente a guarda de segredos ainda não conhecidos. Tal procedimento pode levar o adepto a desmerecer a soberania moral do Senhor em ocasiões que a maçonaria venha a exigir. O secretismo maçom faz do adepto um elemento fechado e sem condições de esclarecer determinadas situações. Veja o que a Bíblia diz em Mateus 5.14-16: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.”
3) O secretismo maçom se opõem ao plano divino. As sociedades secretas se caracterizam pela sua origem pagã e são repugnantes à Palavra de Cristo e ao caráter do cristianismo.
4) A maçonaria é uma sociedade que prega a fraternidade, ou seja, a comunhão entre todas as pessoas, exigindo que se jure solene fraternidade entre os seus adeptos. Como admitir isso, se Cristo disse que não pode haver comunhão entre luz e trevas? A palavra de Deus proíbe o jugo desigual com os infiéis e ordena que saiamos do meio deles (veja 2Co 6.14-18 e 1Co15.33).
5) A maçonaria chama Deus de o Grande Arquiteto do Universo; entretanto, parece-nos que o deus da maçonaria é diferente do da Bíblia. Vejamos:
6) A maçonaria não faz referência a Deus como Trindade (1 João 2.23)
7) Admite que pode levar qualquer pessoa à loja celestial, desde que ela seja maçom e pratique as boas obras. (1 João 2.23-25)
8) Aceita qualquer nome para Deus: Alá, Brahma, Buda, Krishna, Zumbi, dentre outros. Todos são identificados com o Deus da Bíblia. Dessa maneira, o deísmo filosofia herética, é praticado pela maçonaria (Deuteronômio 6.1-15).
9) A maçonaria é uma sociedade na qual existem símbolos, ritos, dogmas e mistérios oriundos do judaísmo e dos paganismos egípcio e babilônico. Cerimônias e objetos bíblicos são usados com as mais diversas finalidades, de acordo com os rituais maçônicos. O Deus da Bíblia continua a ser o Deus zeloso, que não consente com a idéia de ser representado por imagens e concepções falsas a si abomináveis. Apenas Jesus Cristo é uma representação digna de Deus. Ele por si só é a expressão tangível do Pai (Hebreus 1,3).
10) Muitos estudiosos maçons acreditam que o Senhor Jesus teria permanecido dos 12 aos 30 anos com monges do Tibete, no Himalaia, sendo ali conhecido pelo nome de profeta Issa. Baseiam seus argumentos em arquivos conservados religiosamente pelos monges tibetanos, aos quais foram confiadas tradições e documentos da maçonaria egípcia.
Saindo do convento, Jesus teria anunciado tudo aquilo que aprendera com os veneráveis monges. Acreditam que os ensinamentos de Jesus, na verdade, seriam fragmentos da doutrina maçônica.
Embora a Bíblia não descreva a vida de Jesus durante esse período, coisa sem importância, uma vez que seu ministério se desenrolou após 30 anos, momento no qual se dava a maioridade do judeus e diversos outros povos, como os gregos por exemplo, em Marcos 6.3 vemos que Ele era conhecido como o carpinteiro, o que logo nos sugere uma vida participativa entre o povo.
Se tivesse saído do convento diriam: Não é esse o monge (ou sacerdote, ou coisa parecida)? Ademais, pelas palavras dos seus amigos, não apenas nesse texto como também em outros, pode-se sem nenhum esforço, deduzir que Ele passou a sua mocidade exercendo a profissão de seu pai, José.
AUTORIA:

Pr. Jorge Albertacci e Ev. Eliezer Dias Damasceno - em 1º de Maio de 2007
Para o CAOM - Curso de Aprimoramento e Orientação Ministerial

BIBLIOGRAFIA:

Bíblia Sagrada - SBB - Edição RC/1995.

Enciclopédia de Bíblia - Teologia e Filosofia - R. N. Champlin, Ph.D. J. M. Bentes - Candeia.

Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã - Walter A. Elwell - Edições Vida Nova.

Heresiologia - EETAD - Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus.

Dicinário Houaiss da Língua Portuguesa - Edtora Positiva
.
A Vida Sexual dos Papas - Nigel Cawthorne - Prestígio.

Os Enigmas do Vaticano - Alfredo Lissoni.

Os Pais da Igreja - Hans Von Campenhausen - CPAD.

DOCUMENTÁRIO - O Estado do Vaticano - 12ª Edição Ilustrada.
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Petit Ed. e Distribuidora LTDA.

E-mail: prjorgealbertacci@yahoo.com.br

4 comentários:

  1. Marcelo Erdmann Bulla6/5/12 16:00

    Olá nobilíssimos Pr. Jorge e Ev. Eliezer, escrevo com profundo respeito a vós e com triste pesar pois vejo como as pessoas são levianas ao emitirem suas opiniões de forma pedante a respeito daquilo que desconhecem. Adoram afirmar que a mentira é desagradável a Deus mas fazem-na a rodo. Gostaria apenas de solicitar que quando os senhores forem tratar de algum assunto, estudem muito esse assunto. Vocês não conhecem o Espiritismo, não têm conhecimento acerca de. Toda vez que emitimos opiniões sobre determinado assunto que "achamos" que conhecemos caímos na leviandade, na presenção e na pedância essas sim, imperfeições que desagradam o Criador de todos nós. Portanto meus irmãos, peço novamente, corrijam seus textos, estudem mais mais levarem milhares de pessoas a pensar erroneamente como vocês. Não existem "tipos" de Espiritismo, existe apenas um que consta nas 5 obras de A. Kardec e não 4 como exararam. Na verdade são 7 livros mais 12 revistas, portanto estudem. Sejam responsáveis e maduros e não achem que são os donos da verdade. Outro erro que 99% das pessoas cometem inclusive espíritas exaltados: o Espiritismo não é religião, vou repetir: o Espiritismo NÃO é religião; é uma ciência filosófica com princípios religiosos, ou se quiser até podemos dizer uma Religião Cientifica ou Ciência Religiosa, que nada tem a ver com o conceito tradicional de religião. Desejo sucesso verdadeiro ao vosso blog e envio abraços fraternos a todos. Muito obrigado.
    Marcelo Erdmann Bulla, Cascavel-PR

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  2. Marcelo Erdmann Bulla6/5/12 16:06

    ERRATA: Apenas corrigindo palavras no texto anterior: quando disse "presenção" quis dizer presunção. E na linha 10 quis dizer "estudem mais para não levarem milhares de pessoas a pensar erroneamente como vocês".
    Abraços e obrigado.
    Marcelo Erdmann Bulla Cascavel-PR

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  3. Gostei do material exposto.Bem a verdade incomoda,

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  4. Mais aqui:


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